ALMOÇO / CONVÍVIO

ALMOÇO / CONVÍVIO

Os futuros almoços/encontros realizar-se-ão no primeiro Sábado do mês de Outubro . Esta decisão permitirá a todos conhecerem a data com o máximo de antecedência . .
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SALA DE AULAS (1965/1966)

A nova imagem do Blog faz parte de uma série de 5 fotografias tiradas pelo padre Xico à turma do sexto ano do ERO em 1965/66. Pertencem à colecção de uma antiga colaboradora deste Blog, a Ana Nascimento, hoje já retirada.
Procuro uma legenda para a turma inteira. Ou por filas de carteiras ou por fotos, conforme preferirem. JJ


Com a colaboração de todos foi possível chegar aqui:
Manuela GV:
Foto 1:1ª fila à direita: Canhão (de mãos cruzadas em cima da carteira)

Deolinda Monteiro disse:
À frente está o marido da Emiliana que também era desta turma. A Guida, que vivia numa vivenda quase em frente aos manos Vieiras Pereiras, é essa última encostada à parede com a mão na cara. À frente dela está a Ilda Lourenço, de cabelo armado. À frente da Ilda, está a Ana e ao lado dela, está a Amélia. O irmão dela também era da mesma turma. O mais robusto era o Ganhão (?). Há muita gente, nomeadamente a Helena Arroz que também não aparece, capazes de identificarem todos. A Isabel Castanheira era desta turma. Não sei já os apelidos. Desta turma era também a Eduarda Rosa que provavelmente já tinha vindo para Lisboa. O ano deve ser 1966 ou 67... Tenho também algumas fotografias. Quando for a Almeida vou trazê-las e mando para o Blog.
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Isabel Xavier disse:
À esquerda é o meu irmão Luís. O de óculos e pose esquisita não sei quem é. À frente desse é o Tozé Rêgo Filipe.
Manuela GV disse:
Foto 3 - 3º aluno da fila dos rapazes, o Luís Sério, dos Baraçais, Bombarral
Aqui vai o meu modesto contributo, tirando a Ana Nascimento que já identificaram, não reconheço à primeira vista, mais ninguém .


Guida Roberto Santos disse:

Acho que posso dar uma ajuda na identificação do pessoalzinho das fotografias:

Na fila junto das janelas, a começar do fundo, está a Isabelinha do Bombarral, à frente a Ana Vieira Lino. Na fila do lado, também a começar do fundo, estou eu, Guida Roberto Santos (a tal da vivenda +/- em frente das manas Vieira Pereira); logo a seguir a Graça Soeiro, a nossa açoreana "corisca mal amanhada" de totó no alto da cabeça (Não, Deolinda, essa não é a Ilda Lourenço. Andas com falta de memória, minha querida!). Logo a seguir está a Ana Gil.


Na 3ª fila, estão o Rego Filipe, João Manuel Toscano, António Manuel Canhão, Amélia Teotónio e Nicolau.


A 4ª fila começa com o João Licínio, Luis Xavier e Fernando Preto Ramos.


Na fila seguinte temos o Tó Zé Canhão, o Araújo e o Vítor Coutinho.


No último lugar da fila junto à parede, ao fundo, está o Xico Zé Fêo(?) e Torres.


A primeira da frente junto da janela é a Manela Vieira Pereira seguida da Ana Nascimento.Dos outros não recordo os nomes. As minhas desculpas. Guida Roberto Santos

EXCURSÕES DE FINALISTAS 1 - CEUTA,1966

(As legendas de todas estas fotos estão num artigo da Ana Nascimento, juntamente com
algumas impressões pessoais como excursionista em: O BARCO DO AMOR )
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Não sei bem desde quando, mas provavelmente desde a fundação, como em todas as escolas do Mundo, realizava-se anualmente a Excursão de Finalistas do ERO. Momento de libertação, ritual iniciático de passagem à idade adulta, admissão tácita pela estrutura hierárquica de um novo estatuto dos Finalistas ou simples despedida de um grau de ensino rumo à Universidade, este foi seguramente um momento importante na vida de todos os estudantes do Colégio. Até porque nesses anos as questões económicas, uma cultura política de isolamento de um regime “orgulhosamente só” e a nossa situação geográfica faziam com que só os muito pobres, por necessidade, e os muito ricos, por gosto, viajassem para o estrangeiro. As saídas dos adolescentes machos eram até suspeitas e sujeitas a autorizações especiais, já que poderiam configurar uma fuga à guerra colonial. Só a evolução natural das condições sociais, económicas e culturais pós 25 de Abril veio facilitar e democratizar as viagens. Não posso garantir, mas desconfio que, mesmo num mundo de privilegiados como era o ERO, metade ou mais destes finalistas de 1966 estaria a sair do país pela primeira vez. Digo isto porque, cinco anos depois, em 1971 isso ainda seria assim.



Todo o material que aqui é apresentado, e já acrescentado ao Álbum de Recordações, é constituído por verdadeiras relíquias preservadas pela Ana Nascimento e que eu vou tentar acompanhar com algumas palavras que, se mais não fizerem, separam e realçam melhor as imagens. Tarefa que deveria ser outro a executar já que, enquanto a Ana e os colegas se divertiam nesta expedição africana, eu aproveitava as férias da Páscoa de 1966 para estudar para o temível exame do segundo ano de liceu, provavelmente ainda de calções.

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Começo pelo livro (ia chamar-lhe folheto, mas não, é um verdadeiro Livro) distribuído a cada um dos alunos participantes, intitulado GUIA. Incluía conselhos, recomendações e ordens, mapa com o trajecto previsto, quilómetros a percorrer, planta dos lugares predestinados na viatura para os 40 participantes, ampla informação sobre os locais a visitar, metódica e exaustiva previsão da actividade diária, incluindo duas escalas: uma de cronistas, encarregues do registo para a posteridade do dia a dia da viagem (onde estará esse documento?), e outra do que hoje seriam Auxiliares Técnicos Superiores de Transporte e Armazenagem de Volumes em Trânsito (graças às Novas Oportunidades!) mas que, à data, eram apenas carregadores de malas. Não eram muito dotados, ou a tarefa era mais espinhosa do que eu estou a imaginar, já que eram necessários três alunos, um motorista e um professor para a prossecução do objectivo em vista (isso mesmo, arrumar as malas no autocarro!). Só aos homens eram reconhecidas competências nesta espinhosa tarefa, já que nem alunas nem professoras foram “escaladas”.




Vamos, por partes, à análise do Guia. Após a promessa, não cumprida, de “não fazer uma longa digressão especulativa acerca de passeios, visitas, excursões, tipos de excursão, classificando-os quanto ao modo, locais a visitar, pessoas agrupadas, etc…” ocupar três páginas, encontramos “algumas normas” (com aspas no original) que se resumiriam hoje a uma frase: todos juntos, na linha e a horas! Acrescenta-se depois que as alunas não podiam sair depois de jantar excepto se acompanhadas por professores, enquanto os seus colegas o poderiam fazer sozinhos até à uma hora da manhã. Bem podiam a Jane Fonda e amigas queimar o vestuário intimo que quisessem nos E.U.A. nessa altura, porque o feminismo e a igualdade ainda não tinham aqui lugar.



Com partida no Domingo de Páscoa, 10 de Abril, o “Programa da Excursão” (na página sete) propõe a visita a Sevilha, Granada, Córdova, Aracena e Ceuta, com regresso a Caldas no dia 17 de Abril, incluindo missa nos dois Domingos abrangidos, como é devidamente realçado no texto. Esta secção inclui então a previsão diária detalhada das actividades, visitas, almoços, jantares, visionamentos da paisagem, dormidas, tudo marcado com horas e meias horas! Bem como as tais escalas dos dois Cronistas e dos cinco (!) Bagageiros (o visionamento da paisagem com hora marcada era eu a brincar, mas o resto é tal e qual).



Entre a página treze e quarenta e três do “livro” estão profusas informações sobre os locais a visitar, incluindo detalhes históricos, números de habitantes, temperaturas e pluviosidade, hábitos, trajes, sangrentas batalhas e sanguinários mouros de tempos idos… Realmente fascinante, mas confesso que adormeci, só entreabrindo os olhos entre o Canto Jondo, o Bolero e o Flamenco, mas era só meia página, pelo que não posso adiantar mais nada. A Ana fornecerá cópias a quem desejar possuir uma inaudita densidade de informação inútil por centímetro quadrado de papel a respeito do Sul de Espanha.


Quando julguei que tinha acabado, descobri que o melhor estava no fim. Assinaturas de todos os participantes, incluindo alunos, professores e os Padres Albino e Xico (assim mesmo, com X), anteriormente apresentados como Director e Assistente Espiritual. Com 16,3cm de comprimento e 4,4cm de altura a assinatura do João Bonifácio Serra bate toda a concorrência, embora os 13,9cm por 2,1 cm da Ana Nascimento também sejam dignos de registo.










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Mas o sumo estava na página quarenta e quatro ( já repararam que só usei algarismos para as datas e medidas? Tudo o resto por extenso, como ensinava o Padre Renato). Aí vi a planta do autocarro. Notável o cuidado de marcar previamente todos os lugares, promovendo assim certamente “o respeito pelos princípios da Moral cristã”. E pese embora que “seria ter pouco ideal pretender-se reduzir o bem à proibição ou fuga do mal”, é sempre melhor prevenir (as citações são da página quatro do Guia). Sem espanto nem surpresa verifiquei que os professores e responsáveis estavam colocados à frente, as raparigas a seguir e os rapazes na parte traseira da viatura. Os Drs. Luís e Cândida, com um casamento abençoado pela Igreja (o que não impediria o seu breve fim), viajavam lado a lado. A minha curiosidade foi desperta pelos nomes riscados, como é que era possível algo tão laboriosamente planeado e elaborado ter sido emendado à mão e claramente à pressa? Ainda perguntei à Ana se alguém tinha faltado ou trocado à última da hora, mas não, era fácil verificar que os nomes eram os mesmos antes e depois, só os lugares mudavam. Então porquê a “dança das cadeiras”? Armado em Sherlock Holmes descobri uma solução lógica: como eram treze rapazes e dezassete raparigas era necessário que houvesse um banco duplo partilhado por um aluno e uma aluna na zona de transição dos sexos. A solução foi pôr lado a lado os dois irmãos Vieira Lino, anulando o arranjo inicial onde a Lena Arroz viajava ao lado do Joaquim G Lopes. Terá sido realmente assim?
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A Ana Nascimento acrescentou depois os bilhetes do espectáculo de Flamenco e o Bilhete das Grutas de Aracena, mas o anexo mais interessante é sem dúvida o delicioso recorte de um jornal de Ceuta onde se noticia a chegada do ilustre grupo excursionista. O señor Santos Lima aí referido, cônsul de Portugal em Ceuta, era irmão do conhecido empresário caldense Thomas dos Santos e portanto tio-avô da São Quintas, e estava radicado em Espanha depois de ter servido na Legião Espanhola, onde ficou conhecido por “Lusitano”. A sua residência em Ceuta foi determinante não só para a visita em si mas também para a forma como os caldenses foram recebidos e a sua presença noticiada.



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Se eu tivesse participado poderia certamente escrever algo de mais suculento sobre a viagem, género “tudo o que vocês sempre quiseram saber sobre a excursão de finalistas a Ceuta mas não sabiam a quem perguntar”. Pelo menos dois casais de
excursionistas acabaram casados entre si, apesar das precauções do Padre Albino, e um aluno tinha uma longa e sofrida paixão não correspondida por uma colega… mas não, lembrem-se que eu fiquei nas Caldas a estudar, não me façam perguntas que eu nada sei sobre isso. Talvez algum dos intervenientes nos diga mais alguma coisa nos comentários.




















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NOTA: Todas as imagens desta excursão, e não só as que aqui estão, podem ser vistas e descarregadas, COM MELHOR QUALIDADE, no Álbum de Recordações.

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comentários:
4 Janeiro, 2008
Manuela V P disse:
Só hoje é que vi a reportagem da viagem, mas terei que olhar com mais atenção - prometo que dou notícias. A verdade é que me lembro da excursão ter sido o máximo e sobretudo- lá está - era a primeira vez que saía do país!

CHACINA NO EXTERNATO! REVELADO UM SEGREDO ESCONDIDO DURANTE 40 ANOS.

Recebemos, com horror e consternação, esta macabra história de uma pobre ave trucidada por um bando de selvagens que, aparentemente, quiseram cortejar uma colega com o sangrento sacrifício! Tudo isto contado, com a ligeireza que vão ter a oportunidade de constatar, pela jovem moçoila em causa.
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Viram o Alien, Pesadelo em Elm Street ou A Noite dos Mortos-Vivos ? Pffff, esqueçam, são contos de fadas em comparação com o que vos trazemos hoje, escrito por alguém que nunca ousámos pensar que se dedicasse ao terror mais sanguinolento com tanta frieza e, temos de reconhecer, tanta mestria. Conhecerá a Tia Anita o dark side da sobrinha?


Hesitámos seriamente em colocar este artigo no Blog mas o Miguel, sempre ele, disse: "Audiências, precisamos de audiências, e nada como uma boa tragédia para as obter. Se não formos nós a publicar, abre amanhã o Telejornal da TVI !". Não pudemos senão curvar-nos perante tão arrasador argumento embora, e cumprindo a Lei em vigor, tenhamos acrescentado a "bolinha vermelha" para que os mais jovens e os mais susceptíveis mudem imediatamente de Blog!








Olá miúdos e miúdas do ERO

Também tenho boas memórias do Colégio e o nosso amigo Flores veio acordar algumas que estavam adormecidas.

Na minha turma do 7º ano (1966-1967), eu era a única rapariga na alínea f), facto que muito me agradava pois se por um lado era a menina que os colegas protegiam, por outro era a sua confidente.
Confesso-vos que me sentia algo vaidosa pois não era fácil uma rapariga ser aceite pelos rapazes como se fosse um deles…

Normalmente era nas aulas praticas de biologia que tínhamos mais oportunidade de conversar e assim, entre aves empalhadas e modelos de cristalização, eu ouvia desabafos, os desgostos de amor ou a paixão assolapada pela mesma miúda…..

Ora numa dessa aulas tínhamos que abrir o pombo e pensava eu que os mesmos já vinham mortos… qual quê…. estavam “vivinhos da silva “ …. tínhamos que ser nós a matá-los ..

A nossa Drª Cristina explicou como deveríamos proceder, agarrando o pombo com uma mão e, com a outra, tapando o bico com um rolhão de algodão (embebido em clorofórmio) até o bicho deixar de estrebuchar…..

Muito a custo lá agarrei o condenado à morte. … Tentar matá-lo eu tentei… mas a certa altura deu-me uma pena do animal e diminuí a força com que o agarrava…. zás … o bicho voou. …e voou não só pela sala mas pela janela, aterrando na cobertura do recreio dos rapazes….

Bem, podem imaginar o raspanete que levei de imediato da nossa Drª , com aquele ar muito inteiro que lhe era usual….!!

Mas eis senão quando, um dos meus queridos amigos (não me recordo se o Canhão mais velho, António Manuel, se o Tó Zé Rego Filipe ou o João Licínio) salta pela janela, apanha o animal e entrega-mo salvando-me duma valente “negativa” e de mais alguns raspanetes …( mal saísse da aula tinha que ouvir a tia Anita e quando chegasse a casa já estava o relatório feito para o meu pai …)

Não me lembro se agradeci na altura mas, como todo o tempo é tempo, aqui fica um grande obrigada ao meu salvador e ao resto do grupo que sempre me mimou e que tão boas recordações me deixou.

Beijinhos, até breve
Ana Nascimento


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comentários:
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Dezembro 12, 2007
E.R.O. disse:
E se não conseguirem dormir nas próximas noites, como nos aconteceu a nós, não se queixem, nós avisámos antes de vocês começarem a ler.
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Dezembro 13, 2007
Alberto R Pereira disse:
Olá
Ainda hoje, 35 anos depois, não consigo comer coelho à conta das aulas praticas de Ciências.E as malditas das minhocas? Que ninguem percebia de que lado era a cabeça e que tinha preceito para se abrir!Ao menos no laboratório de Química ainda se podiam provocar umas explosões enfiando o sódio (ou será o potássio?), religiosamente guardado em petróleo, pelo cano de esgoto da bancada abaixo e abrindo a torneira da água.
Alberto Pereira
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Dezembro 13, 2007
JJ disse:
Eu, ao contrário do Alberto, já não conseguia comer minhocas mesmo ANTES de ter aulas práticas de Ciências....
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Dezembro 14, 2007
Luis disse:
(.......) e realmente há gente sem quaisquer sentimentos (..................) nunca mais vou conseguir olhar para um pombo sem um calafrio, depois de ler esta estória assustadora!
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Dezembro 14,2007
MBM disse:
À direcção (e a propósito da guerra de audiências):
Oh meus caros senhores, eu já fui engavetado uma vez na esquadra de Belém sob a acusação de estar a roubar um Mercedes, antes do concerto do Rod Stewart em 83, portanto se voltar a acontecer até já tenho saudades. Respeitosamente.Thanks and goodbye, MBM

CRÓNICAS - João Bonifácio Serra

Não vou aqui apresentar o João Bonifácio Serra. Primeiro porque não julgo necessário, segundo porque não me caberia a mim fazê-lo. Historiador, ensaista, professor, cronista, colunista, sei lá o que mais, eu conheço-o fundamentalmente como alguém que ama a terra onda ambos vivemos, as Caldas. E como aluno do E.R.O., onde chegámos a ser contemporâneos, embora ele fosse 5 anos mais velho, um enorme fosso na altura, não tanto hoje.


É com grande prazer que vamos aqui iniciar a transcrição de alguns textos, escritos para a Gazeta das Caldas e coligidos no livro "Continuação" (que não sei se ainda estará disponível, perguntem à Isabel Castanheira que sabe sempre estas coisas), procurando aqueles que mais se referem à vida no Colégio.


E que melhor Prefácio que o do Dr. Leonel Cardoso publicado na Gazeta em 1966?


NOTA: Para melhor visionamento clique na imagem e obtenha-a numa janela isolada. Para regressar ao Blog clique « anterior .

AS FOTOGRAFIAS VÃO CHEGANDO


Já temos mais algumas fotos para o Álbum de Memórias, muitas mais vêm a caminho. Esta é do Parque em 1966, com a Aida Mesquita, a Belão, o Zé Sancho e o Pardal.

Quando enviarem uma foto enviem, sempre que possível, também uma legenda e as circunstâncias em que foi tirada.

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comentários
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27 Novembro, 2007
Paula Pardal diz:
Estão todos muito giros mas o melhor é o piqueno da direita e com óculos....
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29 Novembro, 2007
Anabela Miguel diz:
Um agradecimento para ti João Jales, pois graças á tua iniciativa tenho ido parar a Net quase todos os dias. Não sou de navegar muito nela, mas com o "nosso blogue” se assim posso falar, as coisas mudaram.. Até a minha filha diz ; Mãe, que se passa que nunca te vi com tanto interesse na Net e, é verdade. Este blogue faz reviver muita coisa que estava adormecida e mesmo esquecida.. Bem hajam.
Adorei ver todos na foto no Parque. Desconhecia a foto, oh Aida estás tão engraçada! Até breve.

SALA DE AULA DO 3º ANO EM 1966 / 67


Sala de aula do Externato Ramalho Ortigão em 1966. Estamos em plenos pontos de fim de período, reparem nas carteiras e filas vazias para impedir (ou tentar impedir...) os "copianços".
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Seis jovens vitimas sujeitam-se à tortura...
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Os três "encostados à parede" estiveram no encontro de 17-11-2007, Rogério Teotónio, Rui Malaca e Silvestre.
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Depois temos a Montserrat Canhão, Teresa V. Lino e finalmente o Miguel Mestre Matias, que teve falta ( já justificada) nesse mesmo almoço .
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A foto vai dentro de dias para o Álbum de Memórias para o qual vocês podem e devem enviar material, usando o nosso email: