ALMOÇO / CONVÍVIO

ALMOÇO / CONVÍVIO

Os futuros almoços/encontros realizar-se-ão no primeiro Sábado do mês de Outubro . Esta decisão permitirá a todos conhecerem a data com o máximo de antecedência . .
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C O M E N T Á R I O S
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laurinda disse...
Memórias despoletam memórias e este texto fez-me recordar de como descobri a leitura: com um "livro de quadradinhos".
Não me lembro de existirem outros livros lá em casa. Um dia encontrei numa gaveta um pequeno livro de banda desenhada "de cowboys" :). Lembro-me de ter olhado para os bonecos, dos quais recordo umas cenas passadas num comboio, e de ter percebido que aquelas letras eram aquilo que eu andava arduamente a aprender na escola. As coisas começaram a fazer sentido e também eu me tornei uma viciada na leitura.
A banda desenhada dá-me prazer por fases, como os policiais... (Interessante! Deixei de achar graça e de ler outros policiais desde que descobri a Patricia Higsmith e a Ruth Rendell..).
Os livros da biblioteca das caldas da Rainha foram os meus educadores. Cinco de cada vez! Devorava-os às escondidas e, ainda hoje, tenho um pouco essa "culpa" da leitura por prazer. Como se estivesse a roubar o tempo destinado a algo mais pragmático, que nessa altura me era exigido.
Tenho um vício um pouco estranho: quando um livro me enche realmente as medidas, por vezes não leio o fim. Guardo como um tesouro de que precise para me curar de um dia mau.
Laurinda
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Luis disse:
A BD continuou a ter muita importância para nós ao longo dos anos seguintes e o texto do Fernando Jorge reflecte isso mesmo. Embora tenhamos gostos e interesses diferentes mas o que interessa é que a Banda Desenhada se tornou uma forma de arte adulta.Boas férias!L
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JJ disse:
O artigo do FJ é muito pessoal e é isso que o torna interessante. Mais do que um repositório da evolução da Banda Desenhada nos últimos anos, está aqui a descrição do prazer e da influência que ela teve na forma de olhar a vida e a arte de alguém da nossa geração.
Embora partilhe algum fascínio por Corto Maltese nunca encarei a BD em pé de igualdade com a Literatura, continuo a preferir Lawrence Durrell e o Quarteto de Alexandria, mesmo apenas com as minhas ilustrações imaginárias...
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Fátima C disse:
Excelente texto este de Fernando Sousa que nos retrata a sua " avidez" por livros e pela leitura.
Adorei a expressão: "Tornei-me num viciado em livros, a necessitar de desintoxicação, entro em carência se não tenho que ler à mão..." Como me revejo aqui...De facto este brilhante texto, de tão bem escrito, espelha os bons hábitos de "leitura desenfreada"...
Muitos Parabéns a Fernando Sousa.
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José Santa Bárbara esclareceu:

Nota: pelo comentário do João R F sabemos que a interrogação corresponde à Manuela Calisto (mãe do Ricardo e da Manica). O primo dos Calstos ou é o Carlos Calisto ou o João Rams Franco.
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João Ramos Franco disse...
O primo dos Calistos é José Pratas e Sousa (primo por parte da minha tia D. Leonarda), eu ou o Carlos teriamos 12 anos de idade, não somos tão pequenos.
João Ramos Franco

FOZ DO ARELHO - HOTEL DO FACHO (1954)

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No Verão de 1954 foi tirada esta fotografia na esplanada do Hotel do Facho.

A maioria das caras são conhecidas, algumas são de alunos do ERO,

outras de amigos. Quem quer tentar uma identificação?

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COMENTÁRIOS
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Ana Nascimento disse:
De pé - Asdrúbal Calisto, ?., Anico Moreira, ? Guida Calisto, Quicha Moreira, ?
Em baixo penso que a primeira da esquerda é a Maria Augusta Novo, irmã do Mané.
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João Ramos Franco disse...
A seguir ao Asdrúbal Calisto, é a irmã Manuela Calisto (Manecas).
João Ramos Franco
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Fernando Santos disse:
É pena que além da Ana Nascimento e do João Ramos Franco não apareça mais ninguém que identifique as restantes pessoas que aparecem na foto.
Força João Franco! Veja se consegue trazer para o blog mais pessoal do nosso tempo.
É certo que alguns infelizmente já não se encontram entre nós, mas os que restam bem podiam dar um ar da sua graça ao menos para dizerem que ainda estão vivos!
Um abraço para todos.
Fernando Santos
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jose disse...
O João Ramos Franco, está enganado, a jovem que está ao lado do Asdrúbal,não é a irmã Manecas.A Augustinha Novo ou a Quicha Moreira talvez se lembrem do nome.O mais jovem dos fotografados, é irmão do Chico Zé,médico,já falecido, e da Mamelucha, primos dos Calistos.
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JJ disse:
Então o jovem é o Carlos, como eu digo desde o princípio.
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João Ramos Franco disse...
Se a estatura é de um miúdo de 12 anos de idade, pois o Carlos, a quem o José se refere, é mais velho que eu 25 dias, por isso não é ele nem eu.
Recodor-me desta época, pela estatura/idade, só pode ser o José Pratas e Sousa que tinha 6 anos de idade e nesta época passava férias nas Caldas.José recorda-te que estámos 1954 e eu e o Carlos já tinhamos 12 anos e não podemos ser o miudo que está fotografia que aparenta ser muito mais novo.
Quanto ao ser ou não a minha prima Manecas, tambem teria que falar com a Margarida para dar uma certeza.Um abraço amigo
João Ramos Franco
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Elisa Maria disse:
Na foto quem está ao lado do Asdrubal Calisto é uma moça chamada CELESTE e ao lado da MARIA AUGUSTA PENSO QUE SEJA a MARIA MADALENA FERNANDES. A CELESTE vive em Santarem, a MADALENA está a viver cá nas CALDAS.
SEMPRE ELISA
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Kicha Moreira disse...
Ora bem, o desafio foi feito e aceite. Ao lado do Asdrúbal está a Celeste Ramos, as duas raparigas por baixo da minha irmã Ana Maria são as irmãs Moniz Galvão (Guicha e Zé), sempre de férias nas Caldas em Setembro. Só não consigo identificar o miúdo, mas sei que não é o Caíta, irmão do Xico Zé e da Mamelucha.
E assim parece-me não haver mais dúvidas.
Kicha Moreira (também Cristina Prats)

PROFESSOR ROSA BRUNO




Exmo Sr
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Foi com prazer e contentamento que soube da existência do vosso blog onde encontrei bastantes referências ao meu pai, Professor Luis Maria Rosa Bruno.
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Congratulo-me com o facto de ele ter sido uma referência para os seus alunos que nunca o esquecerão.
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Aproveito para informar que nasceu em Outubro de 1915 no Redondo e faleceu no dia 26 de Abril de 2002, aos 86 anos, na Marinha Grande, terra onde leccionou na escola Guilherme Stephens até aos 70 anos.
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Estou a tentar juntar a sua obra bibliográfica, mas não tem sido fácil pelo facto de várias terem sido publicadas e vendidas directamente pelo meu pai, tendo esgotado os exemplares. Gostaria que, através do seu blog, pudesse divulgar o meu desejo de encontrar obras e/ou documentos referentes ao meu pai que, eventualmente, poderão estar na posse ou ser do conhecimento de antigos alunos e/ou colegas do Colégio.
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Procuro especialmente um livro intitulado "Até ontem" para poder duplicar e assim ter um exemplar, mas qualquer outra informação será importante.
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Peço-lhe que divulgue esta minha pretensão e agradeço desde já a sua disponibilidade. Estarei ao seu dispor para o que achar pertinente.
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Atenciosamente,
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Rui Cardoso Rosa Bruno

Mais comentários a "COM O MAR NOS OLHOS"

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Inês Figueiredo disse:

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JJ,
Muito Bom +
está, estão todos os participantes, de parabéns pelo encontro.


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People, people who need people
Are the luckiest people in the world.


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e COM O MAR NOS OLHOS, título perfeito para essa noite mágica com fotos de céu e mar na Foz do Arelho, e de gente que vou reconhecendo um niquinho melhor. Consigo 'descascar' algumas camadas do tempo que passou e reencontrar os rostos de outrora com alguma nitidez. Esses rostos e as estórias do blog fazem lembrar os Peanuts...


Beijo. Inês

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JJ respondeu:

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O seu a seu dono, COM O MAR NOS OLHOS é o título que Laurinda deu ao seu magnífico comentário, que merecerá aqui um dia uma resposta condigna. O Luis abordou a questão central mas num curto comentário não cabe tudo quanto há para dizer.
Os Peanuts a que a Inês se refere são os do Charles M. Schulz, que eu sempre admirei e ainda hoje leio. Fiquei satisfeito por a Inês me ver como Linus e não como Charlie Brown...

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People,
People who need people,
Are the luckiest people in the world
We're children, needing other children
And yet letting a grownup pride
Hide all the need inside
Acting more like children than children
Lovers are very special people
They're the luckiest people in the world
With one person one very special person
A feeling deep in your soul
Says you were half now you're whole
No more hunger and thirst
But first be a person who needs people
People who need people
Are the luckiest people in the world
People,
People who need people,
Are the luckiest people in the world
We're children, needing other children
And yet letting a grownup pride
Hide all the need inside
Acting more like children than children
Lovers are very special people
They're the luckiest people in the world
With one person one very special person
A feeling deep in your soul
Says you were half now you're whole
No more hunger and thirst
But first be a person who needs people
People who need people
Are the luckiest people in the world

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Um beijo para a Inês. JJ
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Fátima Clérigo disse:
Penso que a Laurinda não se importa se adoptarmos o seu título “ Com o Mar nos Olhos” para o Jantar do dia 7 de Agosto.
Tal como a Laurinda, não pertenci ao ERO e também comecei por “espreitar pelo buraco da fechadura” de uma “Magnífica Casa”, habitada por Gente Maravilhosa.Sinto-me agora uma privilegiada por começar a “conhecer a Casa” e a extraordinária “Família” que a “habita” e seriamente “contaminada” pelo “Vírus” a que a Laurinda se refere.
O Jantar do dia 7 de Agosto foi o “espelho” de tudo isso e efectivamente um Excelente momento de Convívio, “patrocinado”, como habitualmente e Bem, pelo João Jales, a quem agradeço mais uma vez o convite para estar presente.
Agradeço a Todos o Óptimo Acolhimento e as Bonitas palavras que algumas pessoas me dirigiram, em jeito de recepção, e a preocupação com a minha “integração”.Foi um enorme Prazer estar com Todos e, embora não os conhecendo, tive a sensação de já os conhecer há anos…
Lá está, a afinidade na “Essência”…Concordo em absoluto com a Laurinda, quando diz que entre perdas e ganhos, a “essência” permanece…
Saliento também o prazer de encontrar os “Amigos do Facebook”, a facilidade com que nos reconhecemos e a felicidade de nos encontramos.
Outra ideia genial do João!Muito obrigada a Todos e em particular ao João Jales por esta “Feliz Contaminação”.
Seguramente que não existe “anti-vírus” para “Isto”…
Bjs
Fátima Clérigo
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António José Neto disse:
O jantar de sexta feira mostrou à evidência que o "alumni network" do Ramalho Ortigão faz-nos sentir parte de uma família. São pessoas com as quais crescemos e que nos aceita como somos, independentemente do que temos ou fazemos. Família que, para os que têm raízes genéticas na região, o é também em sentido mais literal, pois basta recuar 3 gerações para aparecerem laços, como confirmei ao falar com as manas Nascimento, que me disseram que ainda erámos primos afastados, dando referências que encaixam nas que também tenho.
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Laurinda respondeu:
Sei que vou estar atenta e talvez voltar a escrever. De impulso, como sempre.
Considero extraordinário o que acontece no blog, e gostaria que perdurasse no tempo. É bom ter como referência o passado, para perceber com nos situamos no presente e entender o percurso que nos trouxe onde estamos.
As vossas memórias nem sempre são as minhas, mas fazem parte de uma realidade paralela que é interessante conhecer ,anos depois.Como um filme, ou melhor: um documentário. É de pessoas (e não personagens) que se trata, e é a vida que se retrata.
Obrigada pela delicadeza do caloroso acolhimento!
Laurinda