ALMOÇO / CONVÍVIO

ALMOÇO / CONVÍVIO

Os futuros almoços/encontros realizar-se-ão no primeiro Sábado do mês de Outubro . Esta decisão permitirá a todos conhecerem a data com o máximo de antecedência . .
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ENCONTRO DE ANTIGOS ALUNOS DO EXTERNATO RAMALHO ORTIGÃO NO PRÓXIMO DIA 14 DE NOVEMBRO ÀS 13 HORAS E 30 MINUTOS NO RESTAURANTE LAREIRA

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A partir de hoje vamos começar a preparar o Encontro. Contamos com todos.
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A Comissão Organizadora é constituída pelos leitores deste Blog. Todos contactarão todos os colegas de que têm os telefones, emails ou moradas e estes depois farão o mesmo. Dentro de um mês, no dia 14 de Novembro, todos estarão na Lareira há uma e meia da tarde. É um plano sem falhas e que só pode resultar bem, não vos parece?
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As inscrições poderão ser feitas pessoalmente ou por carta (+ cheque) para:
Audiomanias / Av 1º de Maio, 6
2500-081 Caldas da Rainha
ou por email para:
pagando depois a inscrição (25€ per capita) por transferência bancária.
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Informações e esclarecimentos por telefone para:
Júlia Ribeiro (966468378)
Laura Morgado (918170524)
JJ (962638683)
Audiomanias 262 845 539
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A VIDA DAS MINHAS CANÇÕES (TAKE 2)

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As notas lá se seguiam umas às outras, alinhavadas a muito custo após longos exercícios de reprodução auditiva com vários stop e muitas repetições, cansando o velho gravador GRUNDIG. E finalmente, após várias tentativas e muitos erros, lá estava o que aos meus ouvidos parecia ser a linha de baixo daquela notável música; de resto nada de muito especial, mas que por parecer absurdamente simples me fez acumular hesitações e massacrar os dedos e a escala da minha guitarra. O GRUNDIG seguramente já estava farto de reproduzir aquela simplicidade e, no seu intimo, devia escutar perplexo tamanho desatino supostamente musical …
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O GRUNDIG de bobinas foi um grande companheiro de tantas e tantas canções, das novidades gravadas do Página Um, misturadas com anúncios e tiradas dos locutores, arquivo diversificado do que eram o meu gosto e a minha falta de gosto da altura, amalgama de várias ondas; muitas horas dediquei à organização das minhas bobinas da BASF como se fossem episódios completos da minha rádio imaginária.
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Os ensaios na casa do Vitor estavam contudo a tornar-se enfadonhos, os nossos maus instrumentos tocavam mal e sobretudo baixo para quem ,como nós, ambicionava elevar-se à dinâmica dos grandes grupos e do som poderoso num imaginário palco infinito.
Acrescia que nem a familia nem os vizinhos do Vitor apreciavam os nossos esforços artisticos, antes pelo contrário apodavam-nos muito depreciativamente sem que, contudo, conseguissem esmorecer o nosso entusiasmo e a diligente procura dum som, digamos agora, relativamente musical.
Decidimos então levar a coisa para um plano mais sério.
Ir fazer uma sessão na Senófila.
Era um grande salto, era a electricidade pura e dura, era uma percussão credivel, eventualmente um orgão, foi com um misto de receio e curiosidade que por unanimidade e aclamação decidimos dar finalmente aquele passo.
Corria o ano de 1973.
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Para quem porventura esteja mais deslocado destas ondas, a Senófila era uma Escola de Música que proporcionava aos amadores condições técnicas e materiais para poderem exercitar os dotes que possuissem ou julgassem possuir. No recato das suas instalações, a salvo dos comentários jocosos dos ouvintes de ocasião, podiam os artistas dar então livre curso à sua creatividade ou, como era o nosso caso, reproduzirem o mais fielmente que conseguissem temas originais de outros.
Na época havia um grupo, Aranha, que era o paradigma desta forma de estar na música; tinham uma politica de covers de uma extrema fidelidade de reprodução, muito apoiada em condições técnicas excepcionais para a altura e, claro, no virtuosismo dos seus componentes, que nos arrasavam cada vez que os ouviamos, e que nos faziam aspirar a sermos cópias daqueles que já copiavam terceiros, o que em termos de originalidade era no minimo confrangedor, mas era realmente a nossa onda desse tempo.

Foi portanto com um misto de curiosidade e tremideira que, após uma cautelosa reserva telefónica prévia, entramos na Gonçalves Crespo interiorizando talvez uma qualquer porta de entrada em Abbey Road.
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Chegados à nossa sala, a descoberta dos instrumentos foi de uma ternura comovente; no fundo para nós qualquer coisa ligada à electricidade com aspecto de guitarra ou de orgão era uma Fender ou um Hammond em potência; juntar-lhe uma bateria era já entrarmos no dominio do surreal. E com pratos!
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O Carlos, o nosso baterista, era no entanto já um relativo veterano destas andanças. Tinha aprendido a tocar viola em Moçambique, por lá tocou com diversos grupos locais antes de voltar para a Metropole, refinou dotes incriveis para o instrumento temperados com aquele balanço africano de sentir a música antes de a tocar, uma espécie do que mais tarde vim a conhecer como swing, mas com um balanço tropical associado que não consigo descrever com palavras, mas que é impossivel não sentir percorrer-nos o corpo quando o ouvimos.
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Sentou-se atrás da bateria com um à vontade que nos descontraiu. Dois ou três toques de tarola e um abano de prato de choque mais tarde, incentivou-nos a começar.
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Foi então que deparei de chofre com mais uma dificuldade pessoal: o baixo era para direito, e um canhoto inexperiente como eu não precisava de mais este escolho. Todo o laborioso trabalho de levantamento da linha de baixo, tinha agora, inapelávelmente, de ser invertido ao momento; olhei para o braço da guitarra e mentalmente imaginei tudo ao contrário...estremeci quando pensei que não estava ali para barracadas...
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A auto estima sobrevive às vezes sobretudo nas piores condições, aprendi naquele momento embora da pior forma.
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Arrancámos com o riff inicial. E descobrimos logo como é absolutamente fascinante estarmos do outro lado da música; nós somos a fonte, as notas circulam electricamente à nossa volta, sentimos um progressivo envolvimento com a melodia, com o compasso, há um fluir de alguma coisa que nunca tinhamos conhecido antes com aquela dimensão nos nossos ensaios acústicos.
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Ouviamos o Quim, o vocalista, como nunca o tinhamos ouvido antes, como se ele nunca tivesse cantado; mesmo o seu inglês sofrível soava agora com uma musicalidade desconhecida.
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Lá atrás o Carlos manobrava nos timbalões a entrada para o refrão duma forma que até me pareceu musical; não lhe escapava nada do que nós os outros faziamos a reboque e parou várias vezes para corrigir toda a gente.
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O take final, com o à vontade próprio das muitas repetições prévias, soou-nos já como se saisse música de nós...Delicioso.
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Descobrimos nesse dia, que havia sempre um “Something” muito especial do outro lado do palco...
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Nunca mais me esqueci.
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Modigliani
(Agosto/09)

C O M E N T Á R I O S
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Manuela Gama Vieira disse...
Sou uma apreciadora de música,mas não uma "expert" no tema.Gostei muito deste texto,sente-se "A vida das minhas canções",pela vida e expressividade imprimidas pelo Autor.Os nervos,o sonho de pisar o palco,o rigor,a persistência para alcançar maior perfeição,o sentido da responsabilidade e...finalmente,o sonho aí estava..."interiorizando talvez uma qualquer porta de entrada em Abbey Road"!
"A auto estima sobrevive às vezes sobretudo nas piores condições, aprendi naquele momento embora da pior forma" - Uma excelente reflexão!
Ah,sempre gostei e gosto do intemporal "Something".
Manuela Gama Vieira
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Luisa disse...
Muito bom este post,com uma visão muito pessoal da música, a visão de quem toca...O que fará hoje este Modigliani? L
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Manuela Gama Vieira disse...
Oh Luis(L),cá para mim...cá para mim...até sei quem é....O que faz?Algumas "coisas" estão à vista...escreve,e bem!Há muitos anos que o não vejo.Que ele anda por aqui...lá isso anda.Modigliani,espero encontrá-lo no nosso Encontro do ERO.Até lá,e não deixe de nos ir oferecendo...Something!Manuela Gama Vieira
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Isabel Esse disse...
Gosto muito do Something,é uma das minhas músicas favoritas dos Beatles.
Gostei muito do texto,é muito interessante ler o que sente e como aprende quem toca o que nós gostamos de ouvir.
Não percebo,num tezto em que não há nada de polémico nem íntimo,porque é que o autor usa pseudónimo...
Isabel S
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Exposição de obras de Ferreira da Silva

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Inaugurou no Sábado dia 26 no Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha a Exposição das novas peças adquiridas pela Câmara Municipal de C R ao artista Ferreira da Silva.

Pai do Rui (foto abaixo) é um dos caldenses frequentemente citado nos relatos publicados neste Blog sobre a década (e as noites) nos anos sessenta. Lembro-me de repente dos posts do João Serra, Guidó, Ramos Franco... mas deve haver mais!

Já há um video no Youtube da autoria de ceramica3CS


e várias referências na imprensa local e Internet:
http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/02/04/vai-ser-criada-a-casa-ferreira-da-silva/
http://oqueeuandei.blogspot.com/2009/09/hoje-e-o-dia-de-ferreira-da-silva.html
http://100sentidoscomsentidos.blogspot.com/2009/08/ferreira-da-silva.html

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A Guidó registou o encontro do Rui Ferreira da Silva com dois amigos,
todos antigos colegas no ERO.

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C O M E N T Á R I O S

João Ramos Franco disse...
Compromissos assumidos, levaram-me a não estar junto a vós e ao Ferreira da Silva (meu amigo de à cinquenta anos). Sabem, sinto com certa nostalgia desses tempos alegres da minha juventude e os companheiros que a ajudaram tornar tão bela. Está na forja o contar como apareceu o Inferno da Azenha, e a participação do Ferreira da Silva na criação desse espaço que vossa juventude tanto recorda.
Um abraço do
João Ramos Franco

Manuela Gama Vieira disse...
Está de parabéns o Mestre Ferreira da Silva(de quem,curiosamente,me recordo),está de parabéns a Cultura e a Cerâmica que poderá tornar as Caldas na sua Capital.
O "trio" de ex-colegas,ficou muito bem...na pose para a fotografia da Guidó.
Aqueles meninos sentados no chão,nas suas "conversadas",não me passaram despercebidos.Um pormenor que me deliciou ao visionar o video.
Manuela Gama Vieira

Luís disse:
Merecidíssimo o reconhecimento do pai do Rui,o vídeo está bem feito e a recolha das notícias é útil para quem está fora das caldas.Apesar da nota no Facebook, só encontrei fotos no blogue “O que eu andei”.
Não vejo qualquer problema em intercalar notas como esta no meio das “séries”,penso que torna o blogue mais vivo!Abraço.L

Manuela Gama Vieira disse...
Luís,neste caso,concordo inteiramente consigo.
Um evento importante na vida cultural das Caldas onde nem todos os ex-ERO residem-o meu caso-e,por certo,gostam de acompanhar-o meu caso,também.
Por outro lado tratando-se do Pai de um Colega nosso,o Rui,e sendo Comissário da Festa da Cerâmica/2009,outro Colega nosso,o João Serra,que mais argumentos para partilharmos com gosto e orgulho?
Logo,o nosso Blogue está de Parabéns!
Manuela Gama Vieira

3cs disse...
não esquecer os autores do video ... http://www.ceramica3cs.com/ Obrigado

JJ disse:
Têm razão os autores do vídeo, omitidos do post! As nossas desculpas, já está corrigido.

Eleições no Rebenta Canelas

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A propósito de "BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES" recebemos de uma colega uma redacção da Guidinha (da autoria de Luis de Sttau Monteiro, publicado em 1969).
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Ena pai o que para aqui vai por causa das eleições! ena pai! quem não conhecesse o Rebenta Canelas cá da Graça e visse o que está a acontecer até era capaz de pensar que valia a pena tomar conta dele e que os vencedores iam ganhar muito com a vitória! é claro que as pessoas que sabem como as contas andam o que querem é estar de fora ai não! enfim o melhor é eu começar do princípio senão ninguém me entende pois os sócios do Rebenta Canelas da Graça Futebol Clube vão votar uma gerência nova e há os que são do pró e os que são do contra os que são do pró votam na gerência que está à frente do clube e os que são do contra votam contra ela está-se mesmo a ver que não podia deixar de ser assim os que são do pró findam a colar cartazes a dizer que está tudo bem e como têm muito pilim andam a colar cartazes nas paredes nas árvores em toda a parte só ainda não colaram cartazes nas costas da gente porque os distribuidores não têm comissão nisso senão já estávamos cartizados que era uma limpeza os que são do contra coitados não podem colar cartazes porque se os colarem vão parar à chana por andarem a fazer propaganda contra a moral da Graça que toda a gente sabe que é muito boa mas isto ainda não é tudo não senhor o grande problema que há cá no clube é o do bufete que custa os olhos da cara aos sócios de maneira que há uns que querem o bufete e há outros que querem largá-lo esse é que é o grande problema mas não se pode falar nele não senhor porque a direcção não deixa os do contra podem falar disto e daquilo mas quem falar do bufete já sabe o que lhe acontece de maneira que as eleições do nosso Rebenta Canelas Futebol Clube da Graça são assim como um jogo de futebol em que seja proibido tocar com os pés na bola não sei se me percebem se não perceberam venham até cá ver o que se está a passar que eu prometo gargalhadas a todos mas de qualquer forma a Graça está a ser um bom exemplo para todos nisso de correcção somos todos tão correctos que nem sequer falamos das coisas que nos interessa não vá alguém ficar magoado em matéria de correcção ninguém nos leva a palma não senhor e os outros clubes podem pôr os olhos no que se está a passar na Graça porque se seguirem o nosso exemplo ficam como nós e se todos ficarem como nós deixamos de ser subdesenvolvidos porque como os outros começam a subdesenvolver-se ficamos todos iguais e ninguém nota que a gente é diferente o que é preciso é que os outros sigam o nosso exemplo palavra que o mundo vai ser bestial quando os Rebenta Canelas Futebol Clube de Londres de Paris de Nova Iorque e de Moscovo ficarem como o da Graça o que não se percebe é que eles não nos imitem sim não se percebe como é que eles vendo como a gente é bestial e sabe tudo não nos imitem às vezes penso que eles são parvos mas o meu pai diz que há uma data de anos que lê nos jornais artigos escritos por senhores bestialmente importantes a dizer que o mundo vai acabar por nos dar razão diz ele que anda a ler artigos há mais de quarenta anos e que o mudo não há meio de nos seguir o exemplo o que eu digo é que ou anda malandrice no caso ou que os directores do Rebenta Canelas estrangeiros não lêem o nosso diário de notícias da Graça quem sabe se eles falarão a nossa língua eu cá se fosse importante traduzia os artigos cá do nosso diário de notícias e mandava-lhes as traduções para ver se eles conseguem entender-nos é que se eles não seguirem o nosso exemplo vão continuar a minguar a minguar enquanto a gente cresce com as nossas boas ideias e daqui a uns anos somos uma grande potência e eles coitaditos estão todos subdesenvolviditos e lá se vai o equilíbrio do mundo sim porque quem sabe tudo somos nós e basta olhar para o diário de notícias cá da Graça para se ficar espantado com o nosso saber e com a ignorância dos outros mas além disso há outra razão para os outros seguirem o nosso exemplo que tão bons resultados está a dar e esse motivo é que é uma pena que este nosso exemplo que é tão bom e tão útil fique desperdiçado sem ninguém o aproveitar quando penso nisto que se está a passar de termos tão bons exemplos já que não podemos exportar mais nada pronto sempre exportávamos qualquer coisa cá por mim estou convencida de que a direcção ganha as eleições e que mais tarde ou mais cedo o mundo vai seguir o seu exemplo para bem da humanidade sim porque a Graça é um modelo.
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Guidinha (Luis de Sttau Monteiro)
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C O M E N T Á R I O S
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Luis António disse:
Tenho a ideia que estes textos eram divertidissimos e a leitura deste reavivou-me a memória e confirmou-me a recordação.Não os encontro na Net,apenas a indicação de estarem reunidos num livro que nunca vi.Alguém sabe se está disponível?
Uma ideia muito engraçada publicar nesta ocasião!
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Anónimo disse...
Só pelo comentário da Luisa que não tenho o prazer de conhecer,percebi(?)que a série de Verão,dedicada aos livros,filmes e histórias de férias da nossa juventude,terá acabado.Este texto,"Eleições no Rebenta Canelas",relaciona-se com um novo capítulo do Blogue?Será que a Luisa ou alguém me sabe responder?
Só mais um esclarecimento:assino SEMPRE os meus textos e comentários:Manuela Gama Vieira
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Luisa disse:
O texto é realmente muito divertido e por isso o enviei.Respondendo ao Luis digo-lhe que o livro com estes textos foi publicado há poucos anos pela Porto Editora,deve ser fácil de achar.À Manuela que o JJ anunciou que no final do verão a série acabava e no último email que recebi estava escrito que a partir de 1 de Outubro o blogue anunciava o próximo encontro.Bjs.L
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Belão disse...
Existe o livro " Redacções da Guidinha" da Areal Editores, publicadas anteriormente no Diário de Lisboa.
Críticas à ditadura muito bem conseguidas e com muito humor. Boa ideia a da Luísa e ainda por cima na altura própria.
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jorge disse...
realmente muito engraçado,fiquei até na dúvida se seria mais uma partida como a da aninhas...mas já confirmei que não,é mesmo um texto de 1969 do stau monteiro.na mouche,mcomo se dizia naquele tempo!jorge
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ana carvalho disse...
Já nem me lembrava das redações da Guidinha...mas não perdia uma eram realmente muito engraçadas e escritas com muito humor . Eu acho que tenho por aí o livro , vou procurá-lo e relê-lo muito boa ideia a tua Luisa.
Bjs PP
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Manuela Gama Vieira disse...
Agora que as Eleiçoes Legislativas passaram,gostaria de dizer com toda a frontalidade,que não me pareceu oportuno o timing da publicação deste post.Contudo,opiniões não se discutem...Manuela Gama Vieira
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Guida disse...
Incrível a "fome" com que alguns colegas morderam no texto do Stau Monteiro! Será que não existe por aí um pingo, só um pinguinho, de consciência? Não viveram esses tempos? Ou se viveram, pelos vistos não lhes fez comichão.... Pois eu não perdia uma das redacções naquela época e, assim que o livro foi publicado, tratei de o adquirir.
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António J M disse...
Estas redacções da Guidinha tinham muita piada e convem realçar que eram a forma possível de dizer algumas coisas que não era possível dizer de outra forma.Também a mim esta publicação,aproveitando bem a coincidência do tema e da época que vivemos me deu vontade de voltar a ler as redacções originais.
As farpas do Eça e do Ramalho continuaram actuais até hoje,será que estas redacçôes têm o mesmo destino?A
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Isabel X disse...
Só para subscrever o que diz Manuela Gama Vieira quanto à oportunidade da publicação desta redacção da Guidinha. Quanto às opiniões não se discutirem, já não me parece tanto que assim seja. Também Sttau Monteiro, atrevo-me a dizê-lo, não estabeleceria paralelos como estes que aqui parecem estar subentendidos.
- Isabel Xavier -
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Guida Sousa disse...
Achei kilos de graça,não percebo como é que houve quem não achasse.Vivemos num país de gente cinzenta e sem sentido de humor!!!
Guida (mas não Guidinha!)
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Manuela Gama Vieira disse...
Isabel,se me permite, com a expressão "Opiniões não se discutem" referia-me única e exclusivamente ao timing escolhido para a publicação do post.
Manuela Gama Vieira.
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Isabel X disse...
Tem razão a Manuela! No caso em apreço, não vale a pena discutir. Fica cada um na sua... opinião.
Mas é que em 1969 houve, de facto, "eleições", como as que se faziam em Portugal nesse tempo, e eram essas que Sttau Monteiro, ou a Guidinha se preferirem, parodiava. Temo que se adaptem palavras de alguém que já não está entre nós, a quem muito prezo (Sttau Monteiro), para fins muito afastados, no mínimo, dos que eram os seus quando as escreveu. Não há paralelo possível.
- Isabel Xavier -