Com a devida autorização da sua filha Isabel, publicamos hoje quatro fotografias da professora do ERO, Drª Irene Trüninger de Albuquerque.
Não tendo sido seu aluno, cedo a palavra aos que foram.
.
C O M E N T Á R I O S
.
Alberto Barbosa :
Já falei por várias vezes desta grande senhora, especialmente em comentários com a sua filha Isabel e nalguns posts de trabalhos feitos nas suas aulas. Foi sem dúvida a professora que mais influenciou a minha cultura. É com muita saudade que a recordo.
.
Alice Ventura:
Foi minha professora de Francês e devido aos seus ensinamentos e à diversidade das suas aulas, continuo ainda hoje a gostar muito da língua francesa. São pessoas como esta que continuam a perdurar na nossa memória.
.
Maria Salvador:
Lembro as suas aulas de Francês e do que nós aprendíamos com ela, sendo os melhores alunos a nível do Distrito. Ainda hoje as minhas bases são sólidas e gostei logo dessa língua.
Recordo-a com nostalgia e saudade.
.
Guida Carvalho da Silva:
Sem dúvida uma grande senhora e uma excelente professora.
.
Olga Pereira:
Maria Helena Figueira:
Recordo-me muito da Drª Irene como minha professora no ERO e também na faculdade de Letras em Lisboa. Uma óptima professora e muito afável. Nesta fotografia, está como a recordo no ERO. Saudades!!!
.
Júlia Ribeiro:
A Madame Irene Albuquerque foi minha professora de Francês e Inglês no 3º e 4º anos do liceu. As primeiras palavras de Inglês aprendi-as com ela.....sempre adorei as suas aulas..
.
João Ramos Franco:
Em 3/12/2009, no post da Júlia Ribeiro que relembra a Drª Irene Truninger de Albuquerque , escrevi: “Já pensava que só eu é que me recordava... Era uma boa professora e uma "grande senhora. É uma pena que os filhos, o Pedro e Isabel, não colaborem, poderíamos escrever muito mais.”
Tenho agora o prazer de reencontrar a Isabel e o Pedro na nossa comunidade do Facebook e no blogue, e relembrar os momentos da nossa juventude. Eles pertencem (em mim) àquele grupo que está sempre presente.
Um abraço amigo
.
Frederico Moniz Galvão :
Alem de ter tido uma vaga ligação familiar com ela,o que me deixou o prazer do seu contacto familiar desde criança,foi minha professora no I.S.L.A., o que me deixou um enorme capital de saudades!
Um beijo á Isabel e um abraço ao Pedro por terem deixado publicar estas fotografias,que não percebi bem de quem são mas são lindas.
.
Isabel VP :
Que emoção ver as fotografias da Senhora que conheci e da menina que nunca tinha imaginado.
A Sra. D. Irene foi minha professora de francês, de inglês e de alemão. Foi a professora que mais me marcou na minha vida de estudante e a quem devo muito do que sou hoje. Soube transmitir-me o seu gosto pelas línguas (com ela nem a gramática me assustava), o que muito lhe agradeço. Foi talvez por causa dela que, mais tarde, aprendi espanhol e italiano e recentemente me pus a aprender dinamarquês.
Já agora, gostei muito do aparecimento da Isabel aqui no blog; muitas vezes me tinha interrogado sobre o que seria dela.
IVP
.
Isabel Trüninger de Albuquerque:
Fico em lágrimas e sem palavras, é lindo o que dizem sobre a minha Mãe. Estou grata ao Alberto Barbosa, ao João Ramos Franco e ao João Jales por me terem trazido até aqui. Quando acreditamos genuinamente que as pessoas são o centro das instituições, preocupamo-nos em contar a sua história. E a sua história não é mais do que a memória colectiva, que existe, porque alguém teve a generosidade de dispor do seu tempo para dar voz a quem aqui estudou, riu, chorou, brincou num dos períodos mais significativos das nossas vidas - A Adolescência - quando nos tornamos raparigas e rapazes, cidadãos responsáveis. São estas memórias que vão contribuir ano após ano, dia após dia para dar corpo, alma, personalidade própria, prestígio, honra, espírito de corpo ao ERO, e se transmitem como verdadeiros valores a todos os que lá vivem no presente. Honra-nos deixar um passado rico de histórias, alegria, solidariedade, beleza, saber, calor e generosidade que exige aos presentes o compromisso de o manter vivo, acrescentar, desenvolver e honrar. Amanhã serão os presentes a continuar a dar vida ao ERO. Obrigada ao JJ e a quem mais de perto tem contribuído para esta belíssima obra.
.
Antigos Alunos Ero :
O Blog faz tanto mais sentido quanto mais colectivo for. Uma pessoa solitária não evoca aquela época e são estes momentos de encontro de várias pessoas que fazem valer a pena mantê-lo.
.
Isabel Trüninger de Albuquerque:
Instituições sem história, ou são recentes ou se não são e não têm memória, ficarão mortas, sem alma. Acreditamos e repetimos isto. Mas quem verdadeiramente passou à acção dando início ao percurso foste tu, João Jales. Presumo que sabias que havia gente como nós ávida de colaborar, contar, recordar e construir assim a memória colectiva em que com emoção, espontânea e entusiasticamente nos divertimos a participar. Só podemos mais uma vez estar gratos. Tenho reflectido sobre esta obra desde que tive contacto contigo e percebi a importância e significado desta iniciativa. E mais, arrancar e pôr de pé a ideia é uma pequena parte, mantê-la, desenvolvê-la e sustentá-la é mesmo obra para corredores de longo curso.
.
Recordo-a com saudade e agradecimento por tudo o que me ensinou. Foi minha professora no ERO e mais tarde na Faculdade de Letras, onde sempre me conhecia e me dava a sua amizade. Obrigada, será sempre para mim uma referência na minha vida.
.Maria Helena Figueira:
Recordo-me muito da Drª Irene como minha professora no ERO e também na faculdade de Letras em Lisboa. Uma óptima professora e muito afável. Nesta fotografia, está como a recordo no ERO. Saudades!!!
.
Júlia Ribeiro:
A Madame Irene Albuquerque foi minha professora de Francês e Inglês no 3º e 4º anos do liceu. As primeiras palavras de Inglês aprendi-as com ela.....sempre adorei as suas aulas..
Foi com muita pena que a vi partir até á Faculdade de Letras onde, mais tarde, estando eu já em Lisboa a estudar, a encontrei casualmente e verifiquei que ainda me conhecia .
Recordo-a, com saudade, como uma excelente professora e uma grande senhora.João Ramos Franco:
Em 3/12/2009, no post da Júlia Ribeiro que relembra a Drª Irene Truninger de Albuquerque , escrevi: “Já pensava que só eu é que me recordava... Era uma boa professora e uma "grande senhora. É uma pena que os filhos, o Pedro e Isabel, não colaborem, poderíamos escrever muito mais.”
Tenho agora o prazer de reencontrar a Isabel e o Pedro na nossa comunidade do Facebook e no blogue, e relembrar os momentos da nossa juventude. Eles pertencem (em mim) àquele grupo que está sempre presente.
Um abraço amigo
.
Frederico Moniz Galvão :
Alem de ter tido uma vaga ligação familiar com ela,o que me deixou o prazer do seu contacto familiar desde criança,foi minha professora no I.S.L.A., o que me deixou um enorme capital de saudades!
Um beijo á Isabel e um abraço ao Pedro por terem deixado publicar estas fotografias,que não percebi bem de quem são mas são lindas.
.
Isabel VP :
Que emoção ver as fotografias da Senhora que conheci e da menina que nunca tinha imaginado.
A Sra. D. Irene foi minha professora de francês, de inglês e de alemão. Foi a professora que mais me marcou na minha vida de estudante e a quem devo muito do que sou hoje. Soube transmitir-me o seu gosto pelas línguas (com ela nem a gramática me assustava), o que muito lhe agradeço. Foi talvez por causa dela que, mais tarde, aprendi espanhol e italiano e recentemente me pus a aprender dinamarquês.
Já agora, gostei muito do aparecimento da Isabel aqui no blog; muitas vezes me tinha interrogado sobre o que seria dela.
IVP
.
Isabel Trüninger de Albuquerque:
Fico em lágrimas e sem palavras, é lindo o que dizem sobre a minha Mãe. Estou grata ao Alberto Barbosa, ao João Ramos Franco e ao João Jales por me terem trazido até aqui. Quando acreditamos genuinamente que as pessoas são o centro das instituições, preocupamo-nos em contar a sua história. E a sua história não é mais do que a memória colectiva, que existe, porque alguém teve a generosidade de dispor do seu tempo para dar voz a quem aqui estudou, riu, chorou, brincou num dos períodos mais significativos das nossas vidas - A Adolescência - quando nos tornamos raparigas e rapazes, cidadãos responsáveis. São estas memórias que vão contribuir ano após ano, dia após dia para dar corpo, alma, personalidade própria, prestígio, honra, espírito de corpo ao ERO, e se transmitem como verdadeiros valores a todos os que lá vivem no presente. Honra-nos deixar um passado rico de histórias, alegria, solidariedade, beleza, saber, calor e generosidade que exige aos presentes o compromisso de o manter vivo, acrescentar, desenvolver e honrar. Amanhã serão os presentes a continuar a dar vida ao ERO. Obrigada ao JJ e a quem mais de perto tem contribuído para esta belíssima obra.
.
Antigos Alunos Ero :
O Blog faz tanto mais sentido quanto mais colectivo for. Uma pessoa solitária não evoca aquela época e são estes momentos de encontro de várias pessoas que fazem valer a pena mantê-lo.
.
Isabel Trüninger de Albuquerque:
Instituições sem história, ou são recentes ou se não são e não têm memória, ficarão mortas, sem alma. Acreditamos e repetimos isto. Mas quem verdadeiramente passou à acção dando início ao percurso foste tu, João Jales. Presumo que sabias que havia gente como nós ávida de colaborar, contar, recordar e construir assim a memória colectiva em que com emoção, espontânea e entusiasticamente nos divertimos a participar. Só podemos mais uma vez estar gratos. Tenho reflectido sobre esta obra desde que tive contacto contigo e percebi a importância e significado desta iniciativa. E mais, arrancar e pôr de pé a ideia é uma pequena parte, mantê-la, desenvolvê-la e sustentá-la é mesmo obra para corredores de longo curso.
.








