ALMOÇO / CONVÍVIO

ALMOÇO / CONVÍVIO

Os futuros almoços/encontros realizar-se-ão no primeiro Sábado do mês de Outubro . Esta decisão permitirá a todos conhecerem a data com o máximo de antecedência . .
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"MEMÓRIAS" - Exposição de José Santa-Bárbara

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Inaugurou ontem No Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha a Exposição "Memórias" , uma retrospectiva da obra de José Santa-Bárbara desde os anos 50 até hoje. A exposição estará patente até ao dia 19 de Julho.

 José Santa-Bárbara foi professor de Desenho no Colégio até à chegada do Padre Albino, que dispensou os seus serviços em Setembro de 1963. Um episódio nunca esclarecido.
 As capas para os LPs de Zeca Afonso contribuíram certamente para a popularidade de Santa-Bárbara. Aqui estão elas, expostas na parede à direita da fotografia.
 Muita gente esteve presente na inauguração mas quem não pode comparecer tem ainda mais de um mês para o fazer e deixar aqui as suas impressões e comentários.
(As fotografias são da Guidó)
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C O M E N T Á R I O S




  • Será irmão do Fernando? Se é, é meu primo...

  • Eu estive lá e gostei, o José Santa - Bárbara é o máximo.
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    Isabel X disse...
    Estive na inauguração da exposição do Zé Manel Santa-Bárbara. Gostei muito. Dou conselho a todos que vão vê-la. Para além de uma pessoa maravilhosa, o Zé Manel é um artista de obra diversificada, consolidada, que nos desperta e inquieta, como se espera da arte.  . Com a grandeza de sentimentos que lhe é própria, Santa-Bárbara dedica a exposição (segundo o catálogo): "À Amizade e à Té. Minha companheira de 50 anos. Minha primeira crítica." Lindo! Ternurento!
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    Um exemplo de que é possível!... Muitos parabéns!  - Isabel Xavier -
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    Mais uma exposição do Mano, que vi com grande orgulho e satisfação! Muitos parabéns!
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    Luisa disse...    
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    Também já fui ver,não estava livre no dia da  Inauguração!Conhecia as capas dos discos do José Afonso mas não os extraordinários quadros.Parabens!
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    José Carlos Faria disse:
    Para começo de conversa, permito-me, descaradamente, citar-me a mim próprio:
    «Antes do mais uma declaração de interesse – José Santa-Bárbara tem para comigo a deferência de ser um amigo certo. Não por “interesse”, claro, de improváveis vantagens que a minha desprovida figura lhe poderia alguma vez causar, mas pela enorme generosidade que faz dele um homem bom. Confesso portanto a parcialidade arreigada que me vem de admirar a sua pessoa e nela a lucidez do cidadão e a qualidade estética do trabalho do Artista. (Chega-lhe de longe o talento, a romper entre as brumas da memória – do egrégio avô Ludovice, edificador de esplendores barrocos, lá por altura de Setecentos…).
    Disse bem (e repito): Trabalho do Artista (pois, a criação nasce da “labuta que a pariu”); sobretudo quando neste jardim á beira-mar plantado, os que se reclamam desse estatuto parecem ser em maior número do que as obras de Arte. As do Zé Santa, essas, estão aí espalhadas na escultura, na pintura, no design, em Arte Pública, poderosas e impressivas».
    Assim escrevi, já lá vai um tempo e não saberia agora, para estas «Memórias», dizer melhor. Perante Vocelências estão as obras em retrospectiva e são elas quem dá o melhor dos testemunhos, seja na intimidade de uma cumplicidade sussurrada ou erguendo a voz em gritos de alerta. Ouçam-nas pois, ao vê-las, que elas têm histórias para narrar e segredos para revelar. (Re)parem, escutem e olhem!
    As capas do Zeca a cantar Liberdade! O ritmo dinâmico dos signos ferroviários, carris/engrenagens das sendas da vida, neste país de pouca-terra, pouco-chão. As «Vontades» de todos nós recolhidas por Blimunda nas sete luas do suplício de sangue dos flagelados, sete sóis (e muitos mais) de esperança magoada para a tela-novela dos «Quotidianos», do Belo/Negócio, da Democracia/Natureza-Morta,  folhetins do precário pão nosso de cada dia, do patrão nosso de cada dia-a-dia nos livrai, fado vadio com nódoas de vinho e ais gemidos, borrões da paixão afogada na solidão colectiva. «A Curva da Estrada», ilustração implacável da traição aos ideais pelos parlapatões encartados, bedéis da renúncia, mestres supremos da renegação. O bestiário extravagante dos «Extravagários».
    O Zé Santa-Bárbara não é artista de plástico («que era mais barato», como dizia o O’Neill) nem mesmo quando concebeu as excelentes cadeiras para o Pavilhão Atlântico dessa Expo do mar de ilusões a granel, navegadas à bolina por um povo em rota de escape; nem um troca-tintas, que disso o livra a sua postura vertical e íntegra perante o Mundo e a capacidade para sonhá-lo diferente (que dores para o pintar de outras cores, senhores…); e pés de barro (mas consistentes, está bem?), só nas formas elegantes e depuradas da sua cerâmica.
    Como que animado por um espírito do Renascimento, há aqui uma busca versátil e conseguida, sempre prova consciente do que Bento Caraça afirmava: «A Arte coloca o Homem perante a sua própria dignidade».
    Não é?
             José Carlos Faria     
    (Catálogo da Exposição “Memórias”, 
    José Santa-Bárbara, Anos 50 » 2010)
                                                                            




CINE-TEATRO PINHEIRO CHAGAS (1943 )


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A título de curiosidade, venho mostrar-lhe fotos no mesmo cenário, no mesmo Teatro Pinheiro Chagas... só que 10 anos antes, com outros actores e outros quadros: "Feira das Caldas".
Penso que isto não tem interesse no Blog do colégio por não passar de uma curiosidade. Faz anos copiei do programa original estas informações  :  
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«Feira das Caldas - 1 e 2 de Dezembro de 1943
Autorizado em 20/10/1942 pelo Vice - presidente da Câmara, Botelho Moniz
Revista de costumes populares em 2 actos e 8 quadros. Original de Filinto Elísio de Sousa Figueiredo, Música do Capitão Chefe de Banda Armando Fernandes
Com 20 números de música, originais, do distinto maestro Capitão Armando Fernandes» 
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Sei que foi à cena no Pinheiro Chagas, porque existem estas fotos (disse-lhe que reconheci nas fotos do blog um cenário e o palco, com a caixa de ponto). De resto, nomes e circunstâncias não lhe sei dizer. Apenas que eram usuais as revistas de costumes nessa época, por alturas de Dezembro, em muitas localidades do país. Nasciam nas tertúlias onde aparecia um ‘autor’ que escrevia, um maestro que musicava, um encenador, uns actores de mérito reconhecido, e a revista à portuguesa ganhava cor local.
Esta tradição não durou muito, porque nos anos 50 os textos eram 'aprovados com cortes da  Censura' e perdiam sentido. Palavras, frases, 'quadros inteiros' eliminados pelo lápis não azul mas vermelho, com a chancela da Inspecção dos Espectáculos.

Bjs

Inês




C O M E N T Á R I O S 
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Como a publicação das fotos demonstra discordámos da Inês sobre o interesse e oportunidade da publicação destas imagens no Blog. Elas mostram que as récitas do ERO no Pinheiro Chagas se inseriam numa tradição de apresentar espectáculos de Revista à portuguesa, de que esta é um exemplo.
Será possível haver alguma informação adicional? Como sempre, ficamos a aguardar.
JJ
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. Ana Nascimento disse...
Olá Joãozinho 
Não estejas triste pois eu penso que posso dar uma dica sobre as 2 primeiras fotos, mas primeiro vai o meu obrigada para a Inês ... as fotos, são uma delícia minha querida doutorinha ....
A serem de 1953 eu teria 4 anos na altura e ,embora os meus tios me levassem para todo o lado,ainda não ia às recitas no Pinheiro Chagas mas reconheço na primeira foto o meu tio Zeca (na fila de trás, em pé, é o o 1º do lado esquerdo) que está lindo... um borracho... ou não seja ele irmão da nossa tia Anita eheheheh . Na foto seguinte o rapaz, tambem bem jeitoso por sinal , é o Herculano, pai da nossa Lena Magalhães. Na ultima foto não conheço ninguem, mas vou tentar que a Tia com a sua memória extraordinária nos dê uma ajuda. 
Beijinhos





Anónimo Anónimo disse...

Belas fotos em plena II Guerra, o salão cheio que nem um ovo com famílias locais nas suas melhores roupas e refugiados nas suas únicas roupas em possível confraternização, bufos de olhar furtivo e gabardines espalham-se à mistura, autoridades, endinheirados e o padre são visíveis nos camarotes por cima do fumo do tabaco das províncias ultramarinas, era o belo Natal das Caldas. 
LLamy

JJ,
Seria com muito prazer que teria comentado as fotografias publicadas no ERO. Acontece que, na maioria dos casos, não conheço os retratados, nem de vista. Em 53, mal tinha acabado nascer e não participava ainda nessas récitas. Noutras ocasiões de menor aperto académico, até teria dito umas palavras sobre o Teatro Pinheiro Chagas, como cheguei a fazer na ESCOLA, mas o tempo tem-me fugido com muita insistência. Lamento. Fica para a próxima, caso exista...
Abraço,
Artur G
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Não foi posta em causa a maravilha das fotografias. Mas sobre as récitas nada sei dizer! :-((( 
Nessa época, eu era muito novinha...lol.. nem sabia que tinham existido festas do ERO no Pinheiro Chagas. Foi mais uma das muitas coisas que aprendi com o nosso Blog.
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Luisa disse:
Eu nem tinha nascido quando tiraram estas fotografias! Queres que diga o quê? Sigo sempre o blogue e lamento não ter dito nada sobre a fotografia da ladeira porque esses é que são do meu tempo!
Gosto de ver mas repito que não tenho nada para dizer...
Bjs. L



CINE-TEATRO PINHEIRO CHAGAS (1953 )

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Os recitais no Cine-Teatro Pinheiro Chagas eram uma festa cuidadosamente preparada por professores e alunos do Externato Ramalho Ortigão no final da década de quarenta e na primeira metade da de cinquenta. 
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As fotografias que mostramos hoje são da festa do ano lectivo de 1952/1953, fico à espera para saber quantos dos intervenientes andam aqui pelo Blog ...






 COMENTÁRIOS:


Teresa Vieira Pereira disse...
Acho que me lembro desta récita. Deve ter sido uma das primeiras vezes que entrei no Pinheiro Chagas. Quem também se deve lembrar é a Teresa Caldeira, pois creio que ela entrava num quadro a cantar "Les petits nains de la montagne", com todos os "actores" vestidos de anõezinhos e ensaiados, obviamente, pela Sra. D. Irene Albuquerque.
Na primeira fotografia, a menina de branco, à esquerda, com um cesto de flores, parece-me ser a Bibi, prima do Toneca da antiga sapataria Lisboa. A do meio, também com um cesto de flores, é a Anico Moreira. A da direita, com o vestido mais escuro, talvez seja a Madalena. O rapaz sorridente, que olha para cima, é o Zé Luís Lalanda. Ao fundo, o segundo rapaz a contar da esquerda parece o Fernando Figueiredo.
Na terceira fotografia, a rapariga à direita, com um laço na cabeça, parece-me a Tamé.
Tenho pena, mas não consigo identificar mais ninguém.
Teresa Vieira Pereira
Ana Nascimento disse...
João
Estas são muito dificeis mas penso que na primeira a 2ª menina a contar da esquerda é a Anico Moreira e a seguinte a Guida Calisto.... seria bom que alguem dessa altura nos desse uma ajuda(lembrei-me da Ana Maria e do Mário, da Mila Marques ou do nosso António Zé Lopes)e tornasse possível uma legenda mais completa...
Anónimo disse...
Olá trata-se a 1ª vez que li o teu blogue e adorei muito!Espectacular Projecto! 
Até à próxima. ML

OS QUATRO NA LADEIRA

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Rui Hipólito disse:
Não me lembro nada desta fotografia! Sei que sou eu, a João Ferreira, o Chico Carrilho e a Namy . Estamos em frente ao portão da casa da Madame Nicole Loureiro, professora de francês, que morava precisamente na ladeira que todos os dias subíamos para ir para o Colégio. Julgo que o Renault 16 que aparece na imagem era do marido, o escultor Loureiro, professor e director da Escola. Não sei quem tirou a fotografia nem o motivo porque o fez.
Quanto à data é certamente posterior ao Verão de 1970  mas anterior ao primeiro período de 1971. Posterior a 1970 porque o Padre Albino saiu nessa data e, com ele, não andavam rapazes e raparigas assim juntos! Anterior ao Primeiro Período de 71 porque o meu nariz está direito. 
Eu explico: durante um jogo de Andebol Colégio-Escola nesse Período o Zé Manel Campos (esse mesmo, o que casou com a Mena Pinheiro) atirou-me uma bola à cara e deixou-me o nariz torto! Foi problema de fácil resolução porque a minha família consultou o conhecido cirurgião plástico Baptista Fernandes e ele pediu setenta e dois contos para me operar. Como o meu pai ganhava seis contos por mês, o assunto decidiu-se logo e o nariz ficou torto até hoje.
Se eu estiver certo quanto à data, o Chico estava no Sexto Ano, eu e a Namy no Quinto e a João no Quarto. E não sei mesmo mais nada.
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Janica Ferreira disse:
Pediste-me um comentário a esta fotografia e, embora a minha memória não seja muito confiável, vou tentar  lembrar-me de alguns detalhes:

Quanto aos meninos e meninas penso que mais ou menos todos conseguiram identificar o Rui Hipólito,o Chico Carrilho,a João Ferreira e a Nami.

Não me lembro da data,mas acho que seria no nosso 3º ou 4º ano na ladeira do colégio em frente ao portão da casa da Madame Nicole.

Sei também que íamos para as aulas, já da parte da tarde,e,que alguém(não sei quem)nos tirou esta foto.Se seriamos todos da mesma turma não posso dizer de certeza,se foi no 3º ano, talvez sim, se foi no 4º, não, porque eu chumbei  o 3º  .Espero não cometer uma inconfidência se disser que o Chico e a Nami eram na altura namorados.Para mais comentários conto com a prodigiosa memória dos meus queridos companheiros de foto.

Gostei muito de rever este momento de alegria e amizade que certamente nos trás a todos uma enorme saudade

Bjs a todos mas com um carinho especial a todos os elementos da foto.

Janica Ferreira
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Francisco Carrilho disse:
Nunca tinha visto esta foto, mas realmente está muito engraçada. Desde logo, há duas coisas que ressaltam: uma é a expressão de alegria da João a contrastar com o ar expectante dos rapazes ( mais do Rui do que meu - é que o Rui devia andar a tentar a sua sorte lá p'rós lados da João, seria??? ) e outra a minha farta cabeleira ( que saudades) . 
A única coisa, que eu consigo afirmar  com exactidão,  é que esta fotografia foi tirada à frente do portão da casa da Madame Nicole, ao cimo da ladeira ( julgo que o carro que só se vê a traseira- Renault 16 - era do marido da Madame ). A partir daqui são puras suposições, tais como: eu devia andar no 7º ano e o Rui, a João e a Namy andavam no 6º ( isto pela quantidade de livros que transportávamos ). Não sei quem tirou a foto, nem porquê. Devíamos estar em Fevereiro ou Março de 1972 e, se assim era, o colégio fechava as suas portas no final desse ano lectivo. 
Mais, não sei !

   Abraço 
Chico Carrilho 
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Namy disse:
A fotografia está um máximo!

Mas só te sei dizer que o Rui a Janica e eu somos do mesmo ano e penso que estaríamos no 6º ano e o Xico no 7º, isto porque já íamos a pé para o colégio e eu até acho que já namorava o Xico nesta altura .

Eu e a Janica, como morávamos no mesmo prédio , íamos sempre juntas , e para o Xico estar ao pé de nós é porque já namorávamos há muito tempo ( agora uma inconfidência--no 1º ano de namoro só quase que olhávamos um para o outro e a Fany e a Joana eram os nossos pombos correios - é tal e qual como agora !)

Não te sei dizer quem tirou a foto, mas é realmente em frente à casa da Md Nicole.

Namy

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C O M E N T Á R I O S  
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Miguel B M disse:
A foto está magnífica e confirmo que efectivamente o carro era o do escultor. A casa era apenas deles e era  guardada por um terrível pastor alemão,que tinha tanto de belo ( era negro,com pêlo brilhante ) como de feroz e agressivo.
Quanto a comentários sobre a foto infelizmente não tenho mais nada a acrescentar. M B M
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Era uma vez ... três meninos ...

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Quem sabe a estória dos três meninos desta fotografia ?

 


C O M E N T Á R I O S

Os rapazes são o Jorge Pedro Costa e Sousa e o Tó Zé Hipólito. Inúmeros contactos com muitos das pessoas desta geração não me deram a mínima pista sobre quem é a menina que os acompanha ? Alguém sabe ?
A fotografia é seguramente de 1966 ou início de 1967 e parece tirada na Mata, mas não há qualquer memória do acontecimento que documentou. Não era vulgar o uso de gravatas em pessoas da minha geração, algo de especial se deve ter passado neste dia. 
Vou continuar a aguardar contribuições para um esclarecimento total de todas estas questões.
João Jales
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  • Eu não sou mesmo, eu era bem mais feiotinha...


  •   Não eras nada! Até eras bastante elegante, que eu me lembro bem!


  • ‎@Isabel e Luisa,dois "borrachinhos"!Se eu me lembro bem... :-)))


  • ‎:-)))))))


  • És um querido! E não esquecer que tu eras um "giraço" eu parecia, mas não andava a dormir!!!


  • Conseguiste fazer-me rir!...


  • Ainda bem!!!


  • Se bem me lembro vocês os dois eram bem lindos!!! Bem me diverti em casa de cada um de vocês nas brincadeiras de miúdos, lol


  • E A IDENTIFICAÇÃO ? MUITOS GALANTEIOS, MAS IDENTIFICAR A GAROTA , RASPAS!


  • Alguém sabe quem é a menina ????....


  • Isso é que realmente interessava...

  • Não é a Smitá?


  • Não , a idade não condiz. Tem que ser alguém da tua idade ou um ano mais nova.


  • Ah...o "mistério" continua...:-))


  • Sim, também não tens nenhuma ideia?
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    Luisa disse :
    Termina já aqui o mistério da menina da fotografia pois conheço-a muito bem.
    Passei muitas aulas de matemática a fazer-lhe penteados pois adorava os longos cabelos lisos (os meus eram horrorosamente frisados……).
    O Dr. Lopes chamou-me várias vezes á atenção, que não estávamos no cabeleireiro mas eu enganava-o sempre porque, apesar dos penteados, a minha concentração estava na matemática.
    Pois então a menina é a Isabel Pinto Ribeiro. Posso afirmá-lo com toda a convicção.
    Um beijinho.
    Luísa