ALMOÇO / CONVÍVIO

ALMOÇO / CONVÍVIO

Os futuros almoços/encontros realizar-se-ão no primeiro Sábado do mês de Outubro . Esta decisão permitirá a todos conhecerem a data com o máximo de antecedência . .
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A REPRESENTAÇÃO DE NATAL NO ERO

E quem é que tem fotografias de umas peças tipo "Presépio de Natal", que se ensaiavam nesta altura para serem representadas no último dia de aulas do ano, pondo à prova a paciência e boa vontade de pais, professores e alunos ?

Decorria o memorável ano de 1964 e calhou-me (a mim!) o papel de S José. O cachet era tentador, a memória era outra (já nem me lembro como era ter boa memória), não tinha Blogs para escrever e lá fui eu para cima do palco, contracenando com a Ana Buceta no papel de Virgem Maria. Tinha a peça um narrador, misto de anão da Branca de Neve e Pai Natal, representado pelo Miguel BM que ia tentando contar a história enquanto engolia o algodão que lhe fazia de barba. Percebia-se mal o que ele dizia mas graças a Deus toda a gente já conhecia o enredo (para alguma coisa estávamos num colégio católico); o Miguel, contra todas as expectativas, sobreviveu à ingestão do adereço, acabando tudo em bem.

Embora me lembre de muitos burrinhos e vaquinhas da altura, não sei especificar quais representaram exactamente esses dois papéis na peça em causa. Penso que o Tó Zé Hipólito era um dos Reis Magos, talvez o Obélix (ou esse não era dos Reis Magos? esta memória...).

A Ana, o burro e a vaca estiveram bem, mas talvez por não terem qualquer deixa nem algodão para engolir, não puderam brilhar. Que me perdoem os restantes actores mas a minha interpretação e a do Miguel marcaram tão fortemente todo o espectáculo que todos os outros foram esquecidos!

Vamos ao que interessa, porque eu estou para aqui a divagar sem necessidade sobre coisas de que todos se lembram muitissimo bem, quando o que eu queria era uma fotografia para ilustrar esta evocação! Se possível dessa magnífica celebração da arte de bem representar em 1964 mas, caso não haja, terão de servir imagens de outras pálidas imitações que se realizaram noutros anos. Vão ao baú e vejam lá se descobrem .
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9 Dezembro, 2007
Miguel B M diz:
" Os três pastorinhos"
Na peça de teatro referida havia três personagens principais:um palerminha que fazia de carpinteiro e que era interpretado pelo JJ,um patetinha que fazia de anão sabichão,o tal mutante de fada madrinha e bruxa velha,que era interpretado por mim próprio ,e um anjinho mto delicado que era interpretado pelo ZLAzevedo.Aqui a relação não é subvertida porque fazer figura de anjo qd é preciso não é defeito, é uma arte. No final do embuste ( não sei se cantámos o hino da mocidade ) e perante o gáudio da assistência, composta maioritariamente por mamâs comovidas e chorosas, lá saímos de mãos dadas e em fila indiana, ao estilo de "matámos todas as criancinhas em Mi Lai "Após o show ouvi alguém dizer aos pais Jales que o filho tinha muito jeito e que seria um grande actor no futuro.Não chegou a isso mas que me saiu um grande artista lá isso é verdade.

A fotografia oficial (?)

NOTA: Para melhor visionamento clique na imagem e obtenha-a numa janela isolada.


Este blog estimulante continua a ajudar-nos a desenrolar o ténue fio da memória, permitindo-nos reviver momentos incontornáveis da nossa história comum.

Acabo de descobrir a mais que provável fotografia oficial da Turma, seguramente tirada com a intenção de servir a posteridade com a magnífica colheita de 70-71!

O quadro não poderia ser mais fiel à memória daquele tempo em que o austero Padre Albino, ocupando o lugar central de grande educador, temperado na forja da ortodoxia cristã, velava pela prudente separação dos sexos, qual intrépido curador da castidade adolescente.

Por descobrir, a não ser que alguns dos próprios tenham agora a ousadia de desclassificar tal segredo, fica o critério de selecção dos sortudos instalados logo atrás do friso escaldante das nossas queridas colegas.

É fácil imaginar a excitação com que aqueles olhares conspícuos percorreram os pescoços torneados à distância de dois curtos palmos da vista; que movimentos aleatórios desenharam aquelas mãos irrequietas ajeitando a posição do corpo em frente, em benefício do enquadramento ideal; que piropos cirúrgicos terão brotado da imaginação momentânea em busca de um sinal de adesão na projecção do futuro...

E eu, pobre de mim, entalado entre o poder e os proscritos da sorte, estava longe de imaginar que, 36 anos depois, viria a ter o papel de editor daquele momento fugaz, mas tão simbolicamente captado.
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Victor disse...
Luis
Penso que deve tratar-se do 6º ano 1969-1970 pois em 70-71 eu já não estava no ERO. Para obviar as traições da mamória(...) teria piada legendar a foto com referência aos artistas.
VG
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JJ disse :
Essa legendagem já está solicitada ao Miguel BM, que tem um disco rígido fiável e de grande capacidade. Esperamos que chova, para que um intervalo no ténis permita o serviço.
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Miguel BM disse:
Atrás,da esq. para a drt: J Jales, Rogério, Malinha, Tó Zé Hipólito , Miguel BM , Henrique, Nobre, Zeca, Guerra, Fialho, Zé Alberto, Rui Pila, Tomás e Semilha. Fila da frente - Luísa N, São M, Ofélia Patriarca, Anabela Garcia, Lena, Ana Isabel, Dália, Guida, Flores, Gil, Neto, Malaca e Matias.
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JJ disse:
1 -O ano da foto tem que ser necessáriamente 1969/70 mas tens razão, juntamente com a do baile de Finalistas, esta é a imagem mais completa da grande colheita de 1971 .
2- Estando eu "logo atrás do friso escaldante" tenho que perguntar à Luisa e à São, que estão à minha frente, se se lembram dos meus "olhares conspícuos, movimentos aleatórios ou piropos cirúrgicos" porque, se aconteceu como dizes (e acredito que sim!), a Alzheimer varreu-me tudo da memória...
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8 Dezembro, 2007
Miguel B M diz:
"O jogador"
O futebol,como fenómeno sociológico que é, não deixa ninguém indiferente ,quer se goste ou não. É um jogo delicado,praticado por rapazes bem formados que evitam a todo o custo tocar no adversário e que até chegam a equipar de cor de rosa. Pois eu tive o grande prazer de jogar com o jogador mais duro que encontrei.Este jogador costumava acabar os diversos verões de canadianas devido a uma sucessão de fracturas nos dedos dos pés provocadas por entradas pouco ortodoxas sobre as canelas dos adversários.Um dia fomos jogar pela turma do 7ºano ao Entroncamento contra o colégio local.Eu era o guarda-redes e durante o jogo levei um toque no braço perfeitamente normal.Nessa altura o protagonista da história disse-me com ar soturno " eu trato dele ".E então seguiu-se uma torrente vertiginosa de golpes de karaté,pontapés de kick boxing,golpes altos e baixos que terminaram com a impossibilidade do outro jogador comparecer no tradicional lanche de convívio inter turmas. Adivinhem de quem se trata.Era um jogador a sério.R:selaJ oãoJ
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Guida disse:
Que diabo de ideia essa! Não tens uma fotografia de grupo sem o "simpático" que está ao meio?
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Miguel B M disse:
Johny: O photoshop não consegue retocar a foto,de acordo com o comentário da Guida? Já o Estaline ia eliminando os seus inimigos das fotografias à medida que os eliminava na realidade ( porque será que me lembrei do Estaline ?) MBM
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Zé Carlos Faria disse: A foto, com o seu colorido «retro» de quase meio século, gera uma certa nostalgia. Pena é o borrão preto, mesmo ao meio... (ficava muito melhor sem ele!).
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Alfredo disse... Bonita fotografia da primeira metade da década de 60 do século XX. Bem vincada a separação entre rapazes e raparigas na chamada educação politicamente correcta de então. E para que isso não suscitasse dúvidas lá está o separador austero e rígido.
A.Justiça
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Guida Sousa disse...
Esta fotografia é um exemplo feliz (simbolicamente falando)do Externato Ramalho Ortigão numa época e num momento.É solene(e divertida) a pose de TODOS os fotografados. Proponho um jogo: onde está o JJ? Abraço a todos!
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Laura M disse:
Tenho pena que a foto da camioneta com colegas da minha turma tenha saído do blog tão rapidamente. Mas gosto muito desta e vou entrar no jogo proposto pela Guida Sousa. O JJ é o primeiro jovem que está atrás da irmã da Ana Nascimento (da esquerda para a direita). Bjs Laurinha
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Luisa disse:
O JJ é o primeiro à esquerda atrás!
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Luis A disse:
Bela fotografia! E que saudades... LA
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O ZEQUINHA

A propósito da chegada, inesperada mas muito saudada, do Zequinha a este nosso Blog, fui buscar um livro de caricaturas da autoria do meu amigo Vasco Trancoso, homem de múltiplos talentos, chamado "Álbum de Figuras Caldenses 1990/1991". E lá está o José Manuel Pereira da Silva tal como aqui o reproduzimos, com a devida vénia ao autor. O texto que aqui se transcreve era o que acompanhava a caricatura e foi escrito nessa altura por um amigo (da onça, vejam bem o que ele diz!).



Inconstante, empenhado, superficial, militante, apaixonado, volúvel, sincero, quixotesco, exibicionista, hipocondríaco. De tudo ouvi um pouco, em meia dúzia de conversas que mantive com amigos e conhecidos, antes de escrever estas linhas. Não por não o conhecer, os vinte e cinco anos que separam a sua entrada numa sala de aula onde me encontrava e a data desta crónica foram suficientes para formar dele uma opinião. Mas tive sempre a impressão que havia algo nele que me escapava, sempre algo em que cada novo encontro era diferente da imagem que tinha ficado do anterior. Culpa minha?
O Zequinha nasceu nas Caldas em 1954, mais precisamente no dia 25 de Abril. Como todos sabem é uma data misteriosamente propensa a alterações e altercações, excitações e depressões, revoluções e outras confusões.
Cedo abandona as Caldas, faz a Escola Primária na Guiné, vai depois para Moçambique. É talvez deste périplo africano que lhe fica o gosto pelas aventuras marítimas, pelos grandes espaços e as grandes questões, embora sempre mais disposto a arrasar a floresta do que disponível para derrubar uma árvore.
Regressa da ex-Colónias e ingressa no Externato Ramalho Ortigão, onde o conheci. São da nossa turma alguns actuais caldenses residentes como a Dália Saramago, o Rogério Teotónio, o Pedro Nobre, o Tózé Hipólito, a Cristina Rolim, o Henrique Conceição, o José Neto, o Tomás Baptista, o Manuel Nunes e a Ana Paula Fonseca (a sempre bem disposta Paulinha Pardal). Um grupo que bem cedo descobre o seu temperamento artístico em pequenas representações nas aulas do Padre Renato (permitam-me um parêntesis para dizer que foi o melhor Homem que tivemos o privilégio de conhecer no Colégio), representações que são o trampolim para a sua colaboração com o Clube Cénico Caldense. É também já desse tempo o gosto e a vocação para a pintura que irá desenvolver com Eduardo Constantino, entre 72 e 74, a sua “fase pintor anarquista”.
A sua alcunha era, no entanto, o “Juvenil”. Por motivos não artísticos, mas desportivos: era campeão de várias modalidades desportivas! Certamente por modéstia estes talentos nunca nos foram revelados, limitando-se a pontapear a bola e algumas canelas, mais estas que aquela, nos escalões mais jovens do futebol do Caldas. Militou também, com o entusiasmo que se lhe reconhece, nos sectores mais ortodoxos da Igreja Católica, regressando de misteriosos e obscuros retiros qual Isaías reencarnado. Felizmente durou pouco.
Da sua “fase proletária”, passagem pela Matel, recordo sempre com um sorriso o delicioso epíteto com que o brindava nas aulas a sua amiga Dra Deolinda: o Senhor das Cassettes.
Todos estes talentos de actor, pintor, futebolista, monge e anarquista são prematuramente sacrificados ao curso de Arquitectura, que conclui em 1980.
É candidato nas autárquicas de 1985, como independente nas listas do P.R.D.(estes seus repentinos entusiasmos pelas novidades e causas nobres ainda o hão-de perder…). Regressa em 1989, desta vez pelo PS . Bate-se desde o início pela criação e implementação de um Plano Director Municipal. É, simultaneamente, um dos animadores da Cooperativa e da Rádio Margem onde, além de nós, estiveram João Elias, Rogério Guimarães, Rui Hipólito, José Carlos Almeida, Ana Sá Lopes, João Viegas, José Fragoso, Adalgisa Brito e um sem número de jovens entusiastas caldenses.
Os últimos tempos têm mostrado um Zequinha menos esfusiante e "pirómano", calmo pescador e velejador, profissional e politicamente mais conciliador. Alguém disse que “só os que não têm coração não são revolucionários ao vinte anos, só os que não têm cabeça não são conservadores aos quarenta”. Será verdade?


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Desenho e texto extraídos do livro de Vasco Trancoso

"ÁLBUM DE FIGURAS CALDENSES 1990/1991" , editado em 1992.

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comentários
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2 de Dezembro, 2007
Isabel diz :
Olá Colegas,Estou adorando o blog. Está para lá de curtido e, o Zéquinha continua na mesma (entenda-se um diletante convicto e, sui generis q.b.)
Isabel de Azevedo Noronha
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2 de Dezembro,2007
José diz:
É uma cruz que ele carrega, estas fãs que o perseguem...

RECORDAÇÕES E ATRASOS ( COM UNS PIROPOS E UM PEIXE PELO MEIO)

O Luis Filipe Flores recordou há dias num comentário publicado "...quadros escondidos sob a penumbra de 30 anos, como o do Sr Carias no seu passo estugado em direcção ao Padre Albino, levando o relatório das pisadelas na relva e respectivos autores, qual árbitro comunicando à Federação os verdadeiros casos do jogo;ou o da excitação indignada pela pena quase máxima aplicada ao nosso amigo Zèquinha, quando foi devidamente condenado a uns dias de suspensão pelo ignóbil acto de vandalismo causado pelas tentativas frustradas de apanhar um peixe à mão dentro do tanque!"

O visado, como sempre, chega atrasado... Tem um dom contrário à ubiquidade (e que eu não sei como é que se chama) que é a capacidade de não estar em lado nenhum à hora que tem vários compromissos, desculpando-se sempre com a presença em locais onde não vai junto daqueles onde falta ou chega atrasado. E vice-versa . Se não perceberam é sinal que eu expliquei como deve ser, porque o encanto do Zequinha reside precisamente no facto de ainda ninguém ter percebido bem como é que ele faz isto há anos! O encontro entre o peixe, ele e o Sr Carias foi a excepção porque, alguma vez havia de ser, estavam lá todos ao mesmo tempo.
Mas deixemos que seja ele a explicar :

Só hoje acedi a esta maravilhosa máquina de viajar no tempo que é o blog. Partilho do mesmo entusiasmo e emoção que o almoço/encontro provocou em todos nós. Dá para acreditar que havia ali malta que eu não via há mais de trinta anos? E as miúdas...como é que conseguem estar na mesma?...fresquíssimas, lindíssimas...não fora ter-me atrasado na mudança das lentes e por certo ainda as acharia muito melhores...ao contrário os putos estão todos um bocado gastos e em mau estado...talvez apenas me safasse eu próprio que me acho cada vez melhor com a idade.Sobre o facto recordado pelo Flores...eu só apanhei um dia de suspensão, devidamente assinalado com edital afixado nas paredes do colégio e onde se referia ser "por actos de vandalismo praticados no interior das instalações". Ora a verdade é que eu estava, num exercício que já durava há alguns dias, apenas a treinar um daqueles peixes ranhosos do tanque a vir comer-me à mão...o sacana do Carias, Deus o guarde, é que pensou que eu queria filar o bicho.Mas há mais estórias....
Zeca Pereira da Silva

Nós ficamos à espera dessas estórias, vamos ver se não chegam muito atrasadas!
Ficámos a saber onde começou o gosto pelas pescarias que culminou na caricatura do Vasco Trancoso acima reproduzida e, lendo bem o texto, vemos que não o abandonou a hábil arte do engodo que sempre o caracterizou....
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*$*$*$ APRESENTAÇÃO DE CONTAS DE 17-11-2007 $*$*$*$



Para o pessoal saber o que aconteceu ao seu $ aqui está a explicação

RECEITA (correspondentes a 155 inscrições) ….............3410 €
Despesa :
Almoço ( Factura Lareira ) …………………….......3160 €
Certificados ..…………………………………….………95€
Secretariado ………………………………………….….25€
Diversos ……………………………………………..…..33€ Gratificação………………………………………….......97 €
TOTAL DESPESA……………………………………3410€

1 - De todas as despesas existem facturas, excepto as referentes a mão-de-obra, de que temos justificativos pessoais.
2 – TODOS os membros da (des)organização pagaram a sua refeição. Foram oferecidos dois almoços a convidados, um à fotografa (que não cobrou o seu
trabalho) e um ao jovem que esteve no “secretariado”.
3- A gratificação foi calculada na base de um absoluto 0 no final .
4 - E pronto, ainda não é desta que vamos
ao Brasil. Pode ser que em 2009, com mais gente, isto corra mais de feição…..

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23 Novembro, 2007

Luis Filipe Flores A. Santos diz: Eu não posso deixar de fazer um comentário, muito desagradável e nada abonatório para quem se reclama da gesta formada no Ramalho Ortigão.Então não aprendemos nada ao longo destes anos todos de sedimentação das boas práticas da administração do bem comum?!Como é que essa organização incompetente almeja candidatar-se à responsabilidade de organizar 2009, se o resultado obtido perante um primeiro escrutínio público se reduz simplesmente ao valor ZERO?!!!A não ser que, olhando a discriminação das contas com maior profundidade, devamos ler nas entrelinhas um significado mais obscuro. É que pensando bem, eu almoçar almocei (e bem), mas não recebi certificado nenhum, ninguém me serviu um café à entrada, não me arrumaram o carro não tive gratificação...
l.filipe.santos@mailtec.pt