ALMOÇO / CONVÍVIO

ALMOÇO / CONVÍVIO

Os futuros almoços/encontros realizar-se-ão no primeiro Sábado do mês de Outubro . Esta decisão permitirá a todos conhecerem a data com o máximo de antecedência . .
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MAIS COMENTÁRIOS A "1 9 7 5 "

A quantidade e qualidade de comentários a "1975" obriga a que constituam posts autónomos, como já aconteceu noutras ocasiões.
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Ana Braga disse:
Gostei muito do teu texto, João!
Aparentemente simples, mas carregado de sentido, é um interessante retrato de uma época, nos seus mais pequenos pormenores - adorei a referência aos Porfírios, à moda, ou o detalhe das lojas de discos, onde escolhíamos as músicas que depois escutávamos, numas cabinas minúsculas, em que nos enfiávamos aos magotes, durante tardes inteiras, também me tocou a nostalgia das tardes de Setembro à beira de um rio.
Mas o conto é muito mais do que isso. É um texto sério que sintetiza as vivências, o modo de pensar, os preconceitos e os mitos de uma época que marcou muitos de nós.
Li-o de um fôlego e agora faltam-me as palavras para o comentar – até porque corro o risco de repetir muito do que sobre ele já foi dito neste blog.
Gostei deste conto, tão desassombrado, de um Jorge “posto a nu”, sem complexos, num período caracterizado por um maniqueísmo absurdo – como são aliás todas as atitudes maniqueístas -, tantas vezes incómodo, em que as posições extremas levavam a afastamentos, politicamente correctos, de acordo com a regra então vigente em certos meios, mas que deixavam a cabeça cheia de dúvidas e o coração a doer. Quantas vezes me senti incomodada, numa luta interior, inconfessável… Era tão nova, tão insegura, tão imatura e depois… era tão importante a aceitação do grupo. Foram precisos alguns anos para me afirmar sem medos.
Vai longe o “Verão Quente de 1975”.
Ana Braga
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Manuela G V disse:
Era uma vez....dois jovens que orbitavam entre dois mundos e grupos de pertença diferentes.
O Jorge, “menino bem”, citadino, que ia passar férias à aldeia onde tinha raízes familiares e a Irene regressada, entre os “seus”, com inquietações à flor da pele fruto das drásticas mudanças operadas na sua vida, prevendo para os seus dias um longo, difícil e desafiador caminho.
"Alcança quem não cansa".
Atrevo-me a vaticinar que ambos alcançaram!
Só que uns têm necessidade de ostentar uma marca exterior que assinale o sucesso, a ascensão…outros não.
Por estas e por outras, a crescente descaracterização urbanística do nosso espaço rural…“cada um tem a sua vaidade, e a vaidade de cada um é o seu esquecimento de que há outros com alma igual.”
Devo dizer que a arrebatadora paisagem nas margens do Tâmega, ajudou-me a “ouvir” este diálogo.
Sentei-me no chão coberto de ervas, enxotei as irritantes moscas que “adivinhavam” trovoada, ouvi os trovões de Setembro, senti o fantástico odor do mosto e da terra quente quando a chuva começou a cair.
Parabéns, Jales, gostei imenso da tua tarde na aldeia, à beira rio!
Manuela Gama Vieira
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Luis disse...Extraordinário texto,retrato de uma época em mais do que um aspecto...Mas como é que logo tu não te lembraste de acrescentar este video:

Estivemos todos em Cascais em 1975 para um dos espectáculos das nossas vidas,concordarás???L
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João Ramos Franco disse...
Sabias que a mim é difícil arrancar palavras de muito gosto em falar da época a que te referes no teu conto. Não pondo de modo nenhum em causa o teu conto, e até gostar do modo como abordas o assunto, no entanto a minha sensibilidade com tudo o que se refira à guerra no ultramar é grande e tocar no assunto de um modo destrutivo seria estúpido…
- Talvez algum dia conte algo da realidade que passei… - É melhor que seja visto como está no teu conto…
Um abraço amigo do
João Ramos Franco
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AINDA A EXCURSÃO DE 1967 (E ALGUMAS RESPOSTAS).

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1. RESPOSTAS PARA A GUIDA, MELITA E JULINHA

Guida :
que bom teres mandado as fotos, algumas não me lembrava delas e nem consigo saber onde foram tiradas... será que consegues descobrir? Penso que a do Cruzeiro é Oviedo ou seria Santander ? … e que bem recordaste a passagem da fronteira…digo-te, mais uma “branca” nos meus registos …. Só me lembro de ter chegado tarde a Vigo e ter comido pescada ao jantar... decididamente estou a perder qualidades ... ehehehehe
Beijinhos
Ana

Mélita :
Que bela descrição da nossa viagem ao Norte de Espanha….ainda bem que a fizeste … Ri com gosto quando referiste a minha boa memória….confesso que aqui estava completamente “out”…. as socas do sr. Prior ?????? a subida ao farol na Corunha ????? a paisagem lá do alto ?????? não me lembro de nada … e ainda não tinha bebido a cuba…… decididamente as peripécias desta excursão estavam muito escondidas no meu arquivo !!!!!!!!!! Obrigada amiga, fizeste com que eu “rebobinasse o filme “ e as revivesse ….
E no meio deste rebobinar de recordações surgiram algumas que, tal como tu, não sei se terão algum interesse para o blogue mas são momentos que recordo com muito carinho. Vou encaminhar estes “apontamentos” para o João e ele logo decidirá…..
Mais uma vez obrigada Mélita, sem ti não teria conseguido arrancar para escrever o quer que fosse… ficava só pela legenda das fotos ehehehehe
Beijinhos
Ana

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Julinha :
Só tu para “dissecares” tão bem a fotografia …
Tens razão as nossas fotos são muito semelhantes às tuas, principalmente no ar engravatado e aprumadinho dos rapazes.
Mas repara que nós meninas também estávamos muito giras, com fatiotas muito fashion onde nem faltava o colar de pérolas para compôr...
Ah e o lenço à Brigitt Bardot ? estava muito em voga, sim senhora … era mesmo o puro suco da barbatana… mas confesso –te que não era só pelo frio, é que se o meu cabelo encaracolasse com a humidade não havia baby liss que me valesse !!!!!!.
Quanto ao meu ar pensativo, lamento desiludir-te … não houve raspanete, nem doença, nem saudades … também não seriam as socas do Sr. Prior que cativavam a minha atenção, nem me lembrava delas se não fosse a nossa Mélita…. Possivelmente estava concentrada nos ensinamentos do nosso Director…eheheheheh…
Obrigada Julinha pelo teu humor … .tiveste o condão de “reactivar” a minha vontade de escrever…
Beijinhos
Ana



2. A EXCURSÃO PROPRIAMENTE DITA


Confesso que a minha memória neste caso falhou e foi graças à descrição da Mélita que estes apontamentos surgiram … vivências guardadas com muito carinho e que agora partilho convosco.

Santiago de Compostela
Quando entrámos na Catedral a música ecoava pela nave de tal modo que, por momentos, fiquei fora do espaço e do tempo e com uma sensação, uma certeza de que se pedisse algo a Santiago ele me ouviria …
Ora, faz parte do ritual dos peregrinos abraçar a imagem do Santo que se encontra por cima do altar e no momento do abraço pedir –lhe ajuda. Eu tinha sabido nesse dia que a minha mãe estava no Montepio com uma febre alta, sem saberem o motivo da tal dita febre… Claro que pedi por ela e o que é certo é que a febre assim como apareceu desapareceu e sem qualquer medicação…. à noite já estava boa …. intervenção de Santiago ? para mim foi, ou não seja eu uma mulher de fé…. (João aqui é meu lado místico… a seguir vais ver que tenho outro…… )

Ribadeo
Em Ribadeo parámos apenas para almoçar e uma situação normal não haveria nada a acrescentar. No entanto algo deu azo aque este almoço fosse muito falado durante a excursão. Sabem por quê? alguém se lembra ? não foi pela qualidade do menu apresentado … Não senhor ... O dito almoço ficou famoso por activar o funcionamento intestinal dos excursionistas de tal modo que algumas sanitas entupiram … (João este é o meu lado carnavalesco não sei se o ponhas, é que os leitores do nosso blog podem ficar chocados …. eheheheh )


Oviedo,
Nessa dita tarde em que nos perdemos para comprar os “recuerdos” , ao entrar numa loja levei um encontrão de uma mulher e ouvi de imediato:- el pañuelo…. el pañuelo …
O que é que tinha acontecido? A fulana tinha –me roubado! Meteu a mão na carteira ... o porta moedas voou e no voo arrastou o meu lenço para o chão… A sensação foi horrível… ai as minhas ricas pesetas !!!!! ai os recuerdos …como é que eu arranjava as pesetas ? o multibanco ainda não existia …. Digo-vos que foi uma má experiência … mas agora vem o reverso da medalha …
Vocês lembram-se como foram tão queridos comigo? juntaram-se e entre todos repuseram aquilo que me tinha sido roubado…. Mesmo com a falta das gotas não me esqueci deste mimo … riquezas, obrigada mais uma vez pelo vosso carinho.

Neve
Eu fiz parte do grupo que viu nevar pela a primeira vez …. achei um espectáculo e também andei cá por fora, agora o não estar na foto é um mistério que não consigo resolver ... Carrilho, Mami será que voces me ajudam, onde é que nós estávamos? Não sei se recorra à hipnose para tirar este assunto a limpo(ehehehehe).




Burgos
Uma catedral imponente que associo a uma imagem, um bocadinho assustadora, de um Jesus crucificado que nos disseram ser única por ter pele e cabelo humano…
Como já foi dito várias vezes , o nosso director dava-nos sempre uma explicação muito precisa sobre o local que estávamos a visitar e não sei se foi aqui em Burgos que a nossa Gracinha Soeiro olha para o tecto e diz muito séria :
-"Meninos… meninos .. olhem para cima e vejam uma bela teia de aranha do século XVII... “
Gargalhada geral e um sorriso do Padre Albino..

Salamanca
Pois é…Salamanca é linda mas não consigo acrescentar mais nada pois as imagens da Plaza Mayor, brilhante, dourada com a luz do sol misturam-se completamente com a cubalibre !

Meus queridos colegas, vou ficar por aqui mas torcendo para que vocês encontrem mais fotos e recordações que possam completar a nossa viagem de 1967.

Beijinhos e um abraço para todos
Ana Nascimento
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C O M E N T Á R I O S
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António J M disse...
Afinal não era a brincar,esta versão hardcore-como lhe chamou o JJ-tem mesmo um crime e o esgoto entupido,julguei que era mais uma das suas jokes.
Agora falta alguém juntar as várias histórias e temos a História da Excursão...ou então não e cada leitor faz a sua!Gostei.
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Maria Manuela Gama Vieira
Está com muita graça :-)

Guida Carvalho da Silva
que excursão fantástica! Muito divertido!
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Guida disse...
A fotografia do grupo junto ao cruzeiro é na Cartuxa, junto de um convento de frades silenciosos. Só o porteiro tinha ordem de falar.
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Julinha disse:
Ah.........seria nesta Excursão que o Padre Albino se inspirou para ir para a Cartuxa ????
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Guida disse...
Quanto a escapadelas para compras eu e o Carrilhito fizemos uma em Oviedo, corremos como doidos por aquelas ruas e chegámos atrasados ao almoço, vermelhos e suados. Bem tentámos ingenuamente passar despercebidos mas o padre Albino tinha os olhos bem abertos e a chispar. De facto era mesmo impossível, já todos estavam sentados à mesa e o almoço estava a ser servido. Que aventura!
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diz o que te vai na alma disse...
é sempre bom passar por cá e ler com gosto estas passadas aventuras. Por aqui sente-se que "recordar é viver".Continuem!
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Laura Morgado
Acabei de votar...mais um pouco perdia o comboio!!!
Gostei muito do que acabei de ler sobre a excursão de 1967.Parabéns aos participantes deste post.
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M Rosário Pimentel disse...
Diverti-me com os relatos desta excursão vivenciada por colegas que identifico e surpreendi-me com o sorriso do Padre Albino...!
Recordar uma viagem e suas eventuais peripécias é sempre muito agradável,mas mais gratificante se ocorreu na juventude com colegas da Escola,fora do País e,tratando-se,frequentemente ,da primeira viagem sem a família,conferindo um certo ar de independência.
Belo post,como habitualmente!
MRosário Pimentel
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EXCURSÃO DE FINALISTAS EM 1967 (Versão integral com legendas)


Não sei se terá grande interesse para o blogue mas foi o que me veio
à cabeça escrever quando revi aquelas fantásticas fotos...Melita

Vigo, Corunha, Santilhana del Mar, Oviedo, Covadonga, Burgos, Salamanca (não foi com toda a certeza esta a ordem correcta...), foram alguns dos lugares de que foi feita a nossa viagem ou, melhor dizendo, os lugares que a memória reteve....é a falta das gotas, como costuma dizer a nossa amiga Ana Nascimento.

Era um grupo bem disposto e muito certinho....se exceptuarmos aquela vez em que algumas de nós nos "perdemos" do resto do grupo, porque caso contrário não teríamos tempo para comprar os "recuerdos"! Consequentemente mal chegámos ao hotel tivemos que ouvir o ralhete do Padre Albino que estava já de sentinela, à nossa espera. A outra excepção foi a caminho de Burgos, em que houve tal bagunça dentro do autocarro, mal começaram a cair os primeiros e levíssimos flocos de neve (muitos de nós nunca havíamos visto um nevão) que o Director não teve outro remédio senão ceder à pressão e mandar parar o dito, para assim podermos ver e sentir a neve nas mãos,na face,na cabeça,etc... E este, era afinal o problema do Director, não queria deixar-nos sair para a rua para que não nos constipássemos!
A foto em que está documentada tal aventura, e que demonstra bem o regozijo de todos nós perante aquele belo espectáculo, foi tirada ainda antes de termos feito uma grande bola de neve que, apesar do desagrado do dito Senhor, conseguimos levar, imaginem, sem se derreter, dentro do autocarro até Burgos. Era o nosso troféu!

Na foto da neve, e da esquerda para a direita, podemos ver Rego Filipe, Guida Roberto, Pimentinha, Amélia Teotónio, Gracinha Soeiro, Emiliana Nunes (à época, agora Rego Filipe), Canhão Pequeno, Ana Gil, Nicolau e Canhão Grande. Que não se ofendam os manos Canhão, e os restantes, por os tratar assim, mas os nomes completos ficam para ser referidos pela Ana Nascimento dada a sua boa memória.
Não estão presentes nesta foto a Mami, o Carrilhinho e a própria Ana, seriam os mais bem comportados? estariam doentes? foi a tia que não permitiu? Não sei, terão que ser os próprios a dar a resposta!

Em Burgos, a catedral surpreendeu-me pela sua grandeza e riqueza e foi essa a imagem que retive da cidade e que perdura até hoje.

Em Covadonga, julgo que foi aí que foi tirada a foto da varanda (e aí sim temos o Carrilhinho em primeiro plano e suponho que a Mami debruçada na dita varanda, seguindo-se a Ana em pose contemplativa), recordo que após a visita à igreja fomos cumprimentados simpaticamente pelo pároco local, que se apresentava duma forma estranha mas engraçada, tinha os pés ou, melhor dizendo, os sapatos, metidos numas grandes socas de madeira devido à neve e ao frio, conforme nos explicou posteriormente, perante os risinhos dos circunstantes mais jovens e o consequente olhar gélido do Sr. Director...


Na Corunha, visitámos o farol e não mais me esqueci da dor de pernas do dia seguinte... eram degraus a mais para se subir a correr... mas a magnifica paisagem compensou tal canseira.

Santilhana del Mar era um local simpático, não mais do que isso, o nome, sim, ficou-me gravado talvez por o achar engraçado...

Finalmente Salamanca, cidade linda, com a sua Plaza Maior. Aí foi a descoberta da cubalibre (tudo novidade para nós, portuguesitos!) numa esplanada bem gostosa e como estava um dia de calor não nos ficámos só por uma... o pior foi ao levantar da cadeira quando quisemos regressar ao hotel...Não me apercebi, e falo por mim, que o rum era bem forte...dos outros companheiros não me recordo se também lhes terá acontecido o mesmo ou não, mas também não me ficaria nada bem dizê-lo aqui ...

Dos vários museus e monumentos visitados, a imagem foi-se esfumando com o tempo e no final restaram as histórias....

Do Padre Xico e Dona Anita nada a dizer em desabono, foram companheiros de 5 estrelas.


Rever estas fotos foi como que revisitar os locais de uma certa juventude onde pontuavam alegrias, emoções, traquinices, amores e desamores, juntinha e à boleia, chegou também alguma saudade feita de distância, mas também de muita ternura, que o pó dos tempos foi ajudando a transformar em pontas de magia...

Para todos os colegas desta aventura um grande abraço

Amélia Teotónio




PS - Quero mais uma vez felicitar os autores dos maravilhosos posts que a bom ritmo tem enriquecido o nosso blogue. Sem menosprezar quaisquer outros, saltam-me agora à memoria os que trataram das traquinices da juventude no mundo dos motores e das velocidades e também os relativos à época colonial.Foi com grande prazer e emoção que os li e só tenho que vos agradecer.
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C O M E N T Á R I O S
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J J disse...
"Não sei se terá grande interesse para o blogue..." diz a Mélita no seu email! Mas era precisamente disto que o Blog precisava, de um relato que desse movimento e vida às fotografias que tinhamos publicado.
Incluindo: as escapadelas para as compras, as bolas e as batalhas de neve, as Cubas Libres, o Canhão Grande e o Pequeno, o Carrilhinho...E excluindo pormenores desnecessários: "Dos vários museus e monumentos visitados, a imagem foi-se esfumando com o tempo..." - uf, ainda bem!
O que é preciso fazermos, Mélita, para que uses mais vezes a tua memória privilegiada para tão bem descrever o que se passou naquele tempo? JJ
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Julinha disse...
A Mélita descreve aqui muito bem e duma maneira tão natural a sua viagem de finalistas.
Pois é, já tinha uma certa saudade de reviver estes episódios reportados àquela época ,época... época "albinista"!
No fundo, assemelha-se um pouco à minha viagem, que foi 2 anos antes,com peripécias e aventuras que julgo inerentes à pessoa do Sr. Director (que era o mesmo) e isso diz tudo...
Nas fotos vejo os colegas,que conheço quase todos, muito encasacados e uma menina, com certeza,com muito frio ou mesmo doente...a Ana Nascimento, com aquele lenço à "Brigitte Bardot ",mas com um facies de sofrimento. Que se passaria ? Seria a presença da tia...algum raspanete do Sr Director ou...saudades dos papás?! Espero que ainda se lembre e nos venha contar o que teria acontecido!
Obrigada Mélita por este bocadinho de ERO !
JúliaR
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SucoDaBarbatana disse...
E se mais histórias houvesse melhor!Muito engraçado o post e realmente a foto mostra bem o entusiasmo com que estes caldenses conheceram a neve.
Só uma pergunta:-TODAS as excursões do E.R.O.foram a Espanha,ninguém foi mais longe?
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Guida disse...
Quem é este "Suco da Barbatana"? Que diabo de nick mais estranho.
Quanto a escapadelas para compras eu e o Carrilhito fizemos uma em Oviedo, corremos como doidos por aquelas ruas e chegámos atrasados ao almoço, vermelhos e suados. Bem tentámos ingenuamente passar despercebidos mas o padre Albino tinha os olhos bem abertos e a chispar. De facto era mesmo impossível, já todos estavam sentados à mesa e o almoço estava a ser servido. Que aventura!
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EXCURSÃO DE 1967

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As fotografias da Excursão de Finalistas de 1967 estão disponíveis num álbum Picasa com esse nome. Foram enviadas pela Guida Roberto e pela Ana Nascimento e referem-se, nem era preciso dizer, a uma viagem a Espanha realizada precisamente nas férias da Páscoa.
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Aqui estão doze (haverá mais?), de forma a permitir comentários e legendagem dos excursionistas.
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C O M E N T Á R I O S
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Ana Nascimento disse:
(...) Entretanto posso adiantar que esta foi a minha viagem de finalistas e começou por Vigo, Santiago de Compostela, seguindo para o norte de Espanha ...agora falha-me a geografia, vou ver o mapa para conseguir reconstituir o percurso….já cá estou… então seguiu-se La Coruna, Ribadeo, onde almoçámos, Oviedo, Cangas de Onis – Santuário de Covadonga - Santander ...e depois descemos a Burgos, Valladolid, Salamanca e entrámos em Portugal pela Guarda.
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Guida Roberto Santos disse:
Começámos esta excursão com uma aventura desagradável à saída de Portugal. Ao motorista da camioneta faltava um documento qualquer e ficámos horas retidos pela P.I.D.E. na fronteira em Valença. Por fim o padre Albino lá decidiu que o melhor seria seguirmos todos em táxis até Vigo onde jantámos e passámos a primeira noite. O motorista só entrou em Espanha no dia seguinte, já com a documentação legalizada. Foi um bom começo!
Quanto aos participantes podem-se facilmente identificar os dois irmãos Canhão, Rego Filipe, Araújo, Ana Gil, Graça Soeiro, Amália, eu (Guida Santos), Ana Nascimento. Estou a citar de memória, não tenho as fotografias presentes ...
Já fui espreitar. Faltavam a Emiliana, o Coutinho, o Nicolau, a D. Anita e o padre Francisco. Penso que não deixei ninguém no bolso. Se assim foi, as minhas desculpas pelo lapso ...
Credo, faltou a Amélia Teotónio. Desculpa Melita, mas fazer isto sem estar a ver as fotografias é obra!
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ANGOLA , 1971

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MUSSULO, 25-01-1971
LUANDA , FEVEREIRO DE 1971

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