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A Mata das Caldas é um sítio muito
belo, muito tranquilo, onde, a cinco minutos do centro da cidade,
podemos esquecer a rotina diária, passear, fazer exercício, encher os
pulmões de ar puro, sonhar...
Tenho sempre a sensação que os caldenses usam pouco este local com que foram privilegiados.
Um dia destes passei por lá e, roubando meia-hora à rotina diária, tirei algumas fotografias para enviar a um amigo que esteve nas Caldas há muitos anos e guarda do Parque e da Mata uma recordação apaixonada mas alimentada apenas por umas fotos a preto e branco e agora, claro, as imagens disponíveis na Internet. Claro que em relação à maioria dessas , estas terão apenas a vantagem de ter a mão de um amigo a fazer abrir e fechar o obturador mas acabei por as partilhar no Facebook.
Posteriormente começaram a surgir comentários com memórias de antigos alunos do ERO em relação às fotos, já que muitos dos nossos colegas ali jogaram à bola, passearam, sonharam, correram (os corta-matos da Ginástica passavam lá todos) ...
Decidi , por isso, publicar aqui as referidas fotos, que eu gostaria que fossem as dos anos 40, 50 ou 60, mas são as de 2013 - as possíveis.
A intenção das minhas fotografias é sempre tentar retratar e mostrar os locais por onde passo, tentar capturar-lhes a "alma" e o ambiente, mais do que fazer belas imagens ou procurar uma visão original do que encontro (outros, mais talentosos, o fazem muito melhor que eu). Aqui estão pois essas imagens.
JJ
Posteriormente começaram a surgir comentários com memórias de antigos alunos do ERO em relação às fotos, já que muitos dos nossos colegas ali jogaram à bola, passearam, sonharam, correram (os corta-matos da Ginástica passavam lá todos) ...
Decidi , por isso, publicar aqui as referidas fotos, que eu gostaria que fossem as dos anos 40, 50 ou 60, mas são as de 2013 - as possíveis.
A intenção das minhas fotografias é sempre tentar retratar e mostrar os locais por onde passo, tentar capturar-lhes a "alma" e o ambiente, mais do que fazer belas imagens ou procurar uma visão original do que encontro (outros, mais talentosos, o fazem muito melhor que eu). Aqui estão pois essas imagens.
JJ
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| MATA R%AINHA D. LEONOR , CALDAS DA RAINHA |
- Manuela Gama Vieira
«são seres silenciosos que, a nosso lado, partilha quotidianamente a mesma única vida, a sua e a nossa vida. Mas damos por elas, as árvores, tão comum e familiar é a sua antiquíssima presença perto de nós, e tão anónima. A maior parte das vezes pouco mais somos capazes de dizer do que “árvores”, porque também as nossas palavras se foram, pouco a pouco, tornando silenciosas. E, no entanto, cada árvore, como cada um de nós, é um ser absoluto e irrepetível, idêntico e apenas mutuamente a si mesmo, uma vida única com uma história única, um passado para sempre atado, de forma única, ao nosso próprio passado».
Manuel António Pina






