ALMOÇO / CONVÍVIO

ALMOÇO / CONVÍVIO

Os futuros almoços/encontros realizar-se-ão no primeiro Sábado do mês de Outubro . Esta decisão permitirá a todos conhecerem a data com o máximo de antecedência . .
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A MATA

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A Mata das Caldas é um sítio muito belo, muito tranquilo, onde, a cinco minutos do centro da cidade, podemos esquecer a rotina diária, passear, fazer exercício, encher os pulmões de ar puro, sonhar...

Tenho sempre a sensação que os caldenses usam pouco este local com que foram privilegiados.

Um dia destes passei por lá e, roubando meia-hora à rotina diária, tirei algumas fotografias para enviar a um amigo que esteve nas Caldas há muitos anos e guarda do Parque e da Mata uma recordação apaixonada mas alimentada apenas por umas fotos a preto e branco e agora, claro, as imagens disponíveis na Internet. Claro que em relação à maioria dessas , estas terão apenas a vantagem de ter a mão de um amigo a fazer abrir e fechar o obturador mas acabei por as partilhar no Facebook.

Posteriormente começaram a surgir comentários com memórias de antigos alunos do ERO em relação às fotos, já que muitos dos nossos colegas ali jogaram à bola, passearam, sonharam, correram (os corta-matos da Ginástica passavam lá todos) ...

 Decidi , por isso, publicar aqui as referidas fotos, que eu gostaria que fossem as dos anos 40, 50 ou 60, mas são as de 2013 -  as possíveis.




A intenção das minhas fotografias é sempre tentar retratar e mostrar os locais por onde passo, tentar capturar-lhes a "alma" e o ambiente, mais do que fazer belas imagens ou procurar uma visão original do que encontro (outros, mais talentosos, o fazem muito melhor que eu).
Aqui estão pois essas imagens.
JJ
MATA R%AINHA D. LEONOR , CALDAS DA RAINHA
  • Manuela Gama Vieira
    «são seres silenciosos que, a nosso lado, partilha quotidianamente a mesma única vida, a sua e a nossa vida. Mas damos por elas, as árvores, tão comum e familiar é a sua antiquíssima presença perto de nós, e tão anónima. A maior parte das vezes pouco m
    ais somos capazes de dizer do que “árvores”, porque também as nossas palavras se foram, pouco a pouco, tornando silenciosas. E, no entanto, cada árvore, como cada um de nós, é um ser absoluto e irrepetível, idêntico e apenas mutuamente a si mesmo, uma vida única com uma história única, um passado para sempre atado, de forma única, ao nosso próprio passado».
    Manuel António Pina


2 comentários:

Sergio Lopes disse...

Obrigado JJ, que recordações tenho da Mata, quando aí passava algumas semanas de férias na primeira metade dos idos anos 50. E que grupo extraordinário de amigas e amigos aí tinha, entre eles o Artur Capristano, irmãs e primas, o Toni Vieira Pereira (que viria a ser meu colega de internato no Instituto Vaz Serra), a Madalena Fernandes, a Maria Henriqueta, a Madre de Deus (a mais novita do grupo) e outras e outros cujos nomes já me escapam.

Quis o destino que a Maria Henriqueta viesse a ser uma das minhas grandes colaboradoras quando geri a TAP na América do Sul e o Toni Vieira Pereira me fosse de uma ajuda inestimável na sua qualidade de director do Turismo de Portugal, também na América do Sul.

Sergio Lopes disse...

Obrigado JJ, que recordações tenho da Mata, quando aí passava algumas semanas de férias na primeira metade dos idos anos 50. E que grupo extraordinário de amigas e amigos aí tinha, entre eles o Artur Capristano, irmãs e primas, o Toni Vieira Pereira (que viria a ser meu colega de internato no Instituto Vaz Serra), a Madalena Fernandes, a Maria Henriqueta, a Madre de Deus (a mais novita do grupo) e outras e outros cujos nomes já me escapam.

Quis o destino que a Maria Henriqueta viesse a ser uma das minhas grandes colaboradoras quando geri a TAP na América do Sul e o Toni Vieira Pereira me fosse de uma ajuda inestimável na sua qualidade de director do Turismo de Portugal, também na América do Sul.